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Doutrina Bíblica sobre os Anjos

Pe. Casemiro Biesek

is aqui, como na SUMA TEOLÓGICA, Santo Tomás de Aquino - na Questão 108, Artigo 5 - ensina sobre as ordens hierárquicas dos Espíritos Celestes. E já que Hierarquia é um termo grego que significa "poder sagrado", Dionísio esclarece que esses Espíritos se assemelham 'a forma divina - o quanto possível - lembrando, porém, que sua semelhança divina não lhes cabe por natureza e sim por graça de Deus.

Pois bem, o Doutor Angélico defende sua classificação hierárquica pelo Antigo e Novo Testamentos, como a seguir veremos.

Ele inicia pelos SERAFINS, lembrados em Isaías ( 6, 2); os QUERUBINS , referidos pelo profeta Ezequiel (10, 15 e ss); os TRONOS constam na Carta de S. Paulo aos Colossenses (1, 16); e, em Efésios (1,21) - o Apóstolo lembra : DOMINAÇÕES, VIRTUDES, POTESTADES e PRINCIPADOS; dos ARCANJOS nos fala a Carta Canônica do Apóstolo São Judas. Enfim, os ANJOS perpassam do primeiro livro bíblico ao último - o Apocalipse de São João Evangelista.

Sendo assim, diz São Tomás que é dos próprios nomes dos nove Coros dos Espíritos Celestes que nascem as suas características, ou seja, pelas designações desses Santos Espíritos se deduzem as funções a que Eles são destinados pelo Criador, junto a nós.

Para concluir qual seria a característica e especialidade de cada uma das nove ordens de Anjos, devemos considerar três aspectos dessas catalogações:

  1. Quanto à propriedade de alguma coisa, em relação à sua finalidade e se ela se ajusta ou seja proporcional à sua natureza;
  2. Por certo excesso, quando a atribuição é menor do que a função, a exemplo de um sargento que executasse o trabalho de um cabo;
  3. Por participação, quando aquilo que se atribui a alguém, não lhe condiz plenamente, mas com certa impropriedade, como chamar aos santos homens de deuses; ou chamar ao homem de substância intelectual, em vez de substância racional, porque a primeira é a designação própria dos Anjos, a quem se atribui, como propriedade; ao passo que, somente por participação ou excesso, no segundo exemplo.

Há discrepância, entretanto, na ordenação dos Espíritos Celestes, entre Dionísio que discrimina esses seres pelas suas perfeições espirituais; ao passo que Gregório os classifica considerando mais os ministérios, serviços exteriores ou atividades. Assim, o último os denomina Anjos, porque eles anunciam acontecimentos menores; enquanto os Arcanjos revelam fatos mais relevantes; as Virtudes porque por esses recursos eles operam milagres; as Potestades, porém, por esses poderes repelem seus adversários e os Principados, enfim, dirigem todos os bons Espíritos.

Assim, pela hierarquia, em forma ascendente, temos:

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Doutrina Bíblica sobre os Anjos

Pe. Carneiro Luiz Comunidade. Luzdejesus.

is aqui, como na SUMA TEOLÓGICA, Santo Tomás de Aquino - na Questão 108, Artigo 5 - ensina sobre as ordens hierárquicas dos Espíritos Celestes. E já que Hierarquia é um termo grego que significa "poder sagrado", Dionísio esclarece que esses Espíritos se assemelham 'a forma divina - o quanto possível - lembrando, porém, que sua semelhança divina não lhes cabe por natureza e sim por graça de Deus.

Pois bem, o Doutor Angélico defende sua classificação hierárquica pelo Antigo e Novo Testamentos, como a seguir veremos.

Ele inicia pelos SERAFINS, lembrados em Isaías ( 6, 2); os QUERUBINS , referidos pelo profeta Ezequiel (10, 15 e ss); os TRONOS constam na Carta de S. Paulo aos Colossenses (1, 16); e, em Efésios (1,21) - o Apóstolo lembra : DOMINAÇÕES, VIRTUDES, POTESTADES e PRINCIPADOS; dos ARCANJOS nos fala a Carta Canônica do Apóstolo São Judas. Enfim, os ANJOS perpassam do primeiro livro bíblico ao último - o Apocalipse de São João Evangelista.

Sendo assim, diz São Tomás que é dos próprios nomes dos nove Coros dos Espíritos Celestes que nascem as suas características, ou seja, pelas designações desses Santos Espíritos se deduzem as funções a que Eles são destinados pelo Criador, junto a nós.

Para concluir qual seria a característica e especialidade de cada uma das nove ordens de Anjos, devemos considerar três aspectos dessas catalogações:

  1. Quanto à propriedade de alguma coisa, em relação à sua finalidade e se ela se ajusta ou seja proporcional à sua natureza;
  2. Por certo excesso, quando a atribuição é menor do que a função, a exemplo de um sargento que executasse o trabalho de um cabo;
  3. Por participação, quando aquilo que se atribui a alguém, não lhe condiz plenamente, mas com certa impropriedade, como chamar aos santos homens de deuses; ou chamar ao homem de substância intelectual, em vez de substância racional, porque a primeira é a designação própria dos Anjos, a quem se atribui, como propriedade; ao passo que, somente por participação ou excesso, no segundo exemplo.

Há discrepância, entretanto, na ordenação dos Espíritos Celestes, entre Dionísio que discrimina esses seres pelas suas perfeições espirituais; ao passo que Gregório os classifica considerando mais os ministérios, serviços exteriores ou atividades. Assim, o último os denomina Anjos, porque eles anunciam acontecimentos menores; enquanto os Arcanjos revelam fatos mais relevantes; as Virtudes porque por esses recursos eles operam milagres; as Potestades, porém, por esses poderes repelem seus adversários e os Principados, enfim, dirigem todos os bons Espíritos.

Assim, pela hierarquia, em forma ascendente, temos:

1 Os ANJOS, isto é, Mensageiros. E desta forma, todos os Espíritos Celestes são nomeados ANJOS, enquanto são Anunciadores das vontades divinas. Mas aqueles que gozam de certa excelência, nessas manifestações, pertencem a graus superiores . Ora, os menores anjos são denominados como Ordem dos Anjos, simplesmente, porque eles se comunicam com os homens, diretamente, sem intermediários.
2. VIRTUDES, porque estes constituem o meio-termo entre essência e operação; e assim, todos os Espíritos Celestes também se dizem Virtudes Celestes. De outra forma, e porque ostentam certo excesso de força, por isso são classificados, como Ordem das Virtudes. Nesse sentido, São Jerônimo ensina que o nome de Virtudes significa uma certa fortaleza viril e imbatível, especialmente em todas as operações divinas. E mais, estão prontos a receber todas as inspirações divinas e sem temor levá-las a efeito: o que caracteriza a fortaleza de ânimo ou virtude destemida.
3. DOMINAÇÕES: - Segundo Dionísio - Dominação é um louvor a Deus, por uma espécie de exagero e participação do poder divino desses Anjos: é que a palavra de Deus chama-lhes DÓMINOS (Dominadores), porque por seus grandes predicados, eles lembram o Senhorio de Deus e assim iluminam seus subordinados, através desses mesmos dons. Ora, São Jerônimo explica o nome Dominações, cujo sentido é: a) - Certa liberdade, isenta da condição servil e livre também de sujeição que a plebe sofre pela tirania, a qual atinge até classes superiores; b) - Certa liderança inflexível que não se rende a qualquer ato de subserviência nem tolera outros atos de servilismo ou opressão, provenientes de tiranos; c) - Um anseio e participação de autêntico Domínio que é exclusivo de Deus. - Do mesmo modo, o nome de qualquer hierarquia significa igualmente participação do que emana de Deus. Assim, as Virtudes porque representam a Força de Deus. E por sua vez, Dominações, porque só o "Dóminus" (Senhor) pode ordenar o que deve ser feito no mundo. Daí diz também Gregório que certas legiões de Anjos estão simplesmente subordinadas à obediência e chamam-se por isso Dominações.
4. POTESTADES, no entanto, têm uma conotação de toda forma de poder. É por esse motivo que Paulo, na Carta aos Romanos (13, 2) diz: "Quem resiste ao Poder, resiste à ordenação de Deus". E, em vista disso, completa Dionísio, que o vocábulo Potestade soa como uma ordem e acatamento às disposições divinas mediante as quais os Superiores atuam sobre os súditos, conduzindo-os para o alto. Portanto, à ordem de Potestades, cabe comandar aos subalternos, no que eles devem fazer.
5. PRlNCIPADOS, vêm de Príncipe ou aquele que, entre os demais, é o primaz e como tal deve ser também o primeiro, na execução do que for mandado pelo Príncipe. Principados são, portanto, os que conduzem com ordem sagrada - segundo São Jerônimo. Nesse sentido, os que conduzem os outros Anjos, sendo os primeiros entre todos, podem ser chamados de Príncipes, como reza o Salmo 67. 26: -". A frente vieram os Príncipes, seguidos pelos que salmodiavam."
6. ARCANJOS - conforme Dionísio - são os que medeiam, entre os Principados e os Anjos. Assim, os Arcanjos são como que PRÍNCIPES - ANJOS, já que em relação aos Anjos, eles são Príncipes; porém, em confronto com os Principados, ficam sendo só Anjos. E, São Gregório acrescenta: - "Chamam-se eles Arcanjos porque eles só presidem aos Anjos, anunciando grandes eventos." Todavia, são eles igualmente Principados, uma vez que presidem a todas as Virtudes Celestes que cumprem as ordenações divinas.
7. SERAFINS - nome que procede não só da Caridade, mas da superabundância da Caridade que lhes advém do ardor ou inflamação desse Amor, visto que Dionísio traduz o nome SERAFINS pelas propriedades de fogo, donde emana o excesso de calor. É que no fogo três características sobressaem: a) - Movimento continuado e para o alto ou seja para Deus; b) - O Poder de ser quente e ativo, pois, não só é inerente ao fogo, como atuante com penetração, entranhando-se no interior com ardente calor; assim, os Anjos excitam o fervor nos seus protegidos e os purificam integralmente pela sua incandescência; c) - Produz ainda claridade luminosa e dessa forma os Anjos, com sua luz inapagável, iluminam perfeitamente os outros seres.
8. QUERUBINS - cujo nome nasce do excesso de sua ciência ou plenitude de saber e, segundo Dionísio, apresentam quatro aspectos:
a) Levam à perfeita visão de Deus;
. b) Recebem a plenitude da luz divina;
  c) Contemplam no próprio Deus a [...]
  c) As restantes ordens localizou-as, na terceira hierarquia, porque as designações deles conduzem à execução.
  Explicitando esses três critérios de hierarquização dos Espíritos Celestes, convém discernir 3 aspectos, quanto ao fim:
a) Visar a finalidade;
  b) Compreender perfeitamente esse fim;
  c) Fixar nosso intento no próprio fim.

Sendo que o segundo item se completa com o primeiro e o terceiro integra-se a ambos. E como Deus é o fim último da Criação, como o Marechal é o último posto da hierarquia do exército, pode acontecer o mesmo nas relações humanas: pois, poucos têm esse algo de dignidade, para que possam, por si mesmos, achegar-se ao Rei ou Chefe; outros ainda têm algo mais, de modo que tenham acesso aos segredos do Rei; e que outros, enfim, vivem em tomo dele, como seus adidos e assistentes. E por essa linha de raciocínio, podemos aceitar a disposição das ordens da 1a. hierarquia. É que os Tronos se elevam tanto, a fim de receberem de Deus, familiarmente, em si mesmos e por essa razão, nele podem conhecer, diretamente, as razões últimas das coisas:- privilégio esse cabível também a toda 1a. hierarquia.

Entretanto, os Querubins conhecem os segredos divinos, supereminentemente.

9. Os Serafins, porém, ultrapassam, no aspecto máximo, entre todos, como seja, unir-se ao próprio Deus, de tal modo que o que é comum a toda a hierarquia número 1, chame-se Ordem dos Tronos, à semelhança do que ocorre com aquilo que é comum a todos os Espíritos Celestes e assim os nominemos de Ordem dos Anjos.

Quanto ao aspecto de governança, temos também 3 aspectos:

  1. Definir aquilo que deve ser feito: caracteriza DOMINAÇÕES;
  2. Fornecer os meios de execução: é o atributo das VIRTUDES;
  3. Caracterizar como os mandatos ou missões devam ser executados: eis ai o papel das POTESTADES.

Quanto à execução dos desempenhos dos Anjos: o principal é a anunciação das coisas divinas. Entretanto, na execução de quaisquer atos, acontecem procedimentos iniciais, seguidos dos decisivos, como no coral que é regido pelo maestro e, numa batalha, a execução é dirigida pelo comandante; e ambos dirigem e conduzem os outros.

E essa é a missão dos PRINCIPADOS.

Outros simplesmente só executam, como fazem os ANJOS.

Outros, no entanto, ficam no meio-termo: e esses são os ARCANJOS.

Parece, pois, correta essa classificação das Ordens Angélicas: é que há sempre afinidade do mais categorizado Anjo da ordem inferior, com a última da superior. - como animais de última categoria se assemelham a plantas da mais alta estirpe.

A primeiríssima ordenação existe entre as Divinas Pessoas que termina com o ESPÍRITO SANTO, o qual é AMOR procedente. Com esta Divina Pessoa, com a qual tem afinidade, a ordem suprema da primeira hierarquia - os SERAFINS - inflamados pelo incêndio de Amor, como do Amor recíproco do PAI e do FILHO, procede o Espírito Santo.

A menor ordem da Primeira Hierarquia são os TRONOS, quer dizer, conforme Gregório: ''Por eles Deus executa os seus Juízos"; recebem, no mais, iluminações divinas para esclarecer a Segunda Hierarquia , à qual pertence a dispensação dos divinos ministérios.

A ordem das POTESTADES, no entanto, tem afinidade com a ordem dos PRINCIPADOS, já que às POTESTADES, assiste o direito de ordenar aos subordinados e esta mesma ordem logo se resume em PRINCIPADOS, que são os primeiros na execução dos divinos ministérios, ou seja, são os prepostos ao império dos povos e reinos, atributo número I, entre os divinos ministérios. E como diz Aristóteles : -"O bem do povo é mais divino do que o bem de um homem só". Assim, também o profeta Daniel diz: - "O príncipe do reino dos persas resistiu a mim".

Todavia, a disposição gregoriana tem lá sua importância e pertinência. É que por serem as DOMINAÇÕES as que definem e mandam, nas coisas que pertencem aos divinos ministérios, os hierarcas que lhes são sujeitos devem se conformar com as determinações daqueles que executam os ministérios divinos. A propósito Santo Agostinho ensina: - "Os corpos são regidos por determinada ordem: - os inferiores pelos superiores e todos pela criatura espiritual e até o mau espírito, pelo espírito bom."

A primeira hierarquia, após as DOMINAÇÕES, chama-se a dos PRINCIPADOS, que presidem aos bons Espíritos.

A seguir, as POTESTADES pelas quais são expulsos os maus espíritos, do mesmo modo que os poderes terrenos subjugam os malfeitores, como bem afirma São Paulo aos Romanos (13, 3-4): ''Porque os governantes não metem medo em vista das boas obras, mas pelas perversas. Ora, queres não temer a Autoridade? Faze o bem e receberás dela elogios. É que o Poder é para ti instrumento de Deus e meio pelo qual te impulsiona para o bem. Se, entretanto, praticas o mal, treme, porque não é à toa que ele empunha uma espada. É realmente o instrumento de Deus para aplicar justo castigo àquele que opera o mal."

Depois vêm as VIRTUDES, que têm poder sobre a Natureza corporal, na operação de milagres.

E pela ordem, enfim, ficam os ARCANJOS e ANJOS que anunciam aos homens coisas altas ou acima da razão; ou então as pequenas, que a nossa razão alcança e compreende.

Conclusão:

Estas são as informações que os Padres e Doutores da Igreja antiga nos oferecem sobre os HIERARCAS CELESTES, distribuídos pelas suas Nove Denominações bíblicas, com seus desempenhos junto ao povo de Deus e o próprio DEUS.

 

 
     
 
 
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Doutrina Bíblica sobre os Anjos

Pe. Casemiro Biesek

is aqui, como na SUMA TEOLÓGICA, Santo Tomás de Aquino - na Questão 108, Artigo 5 - ensina sobre as ordens hierárquicas dos Espíritos Celestes. E já que Hierarquia é um termo grego que significa "poder sagrado", Dionísio esclarece que esses Espíritos se assemelham 'a forma divina - o quanto possível - lembrando, porém, que sua semelhança divina não lhes cabe por natureza e sim por graça de Deus.

Pois bem, o Doutor Angélico defende sua classificação hierárquica pelo Antigo e Novo Testamentos, como a seguir veremos.

Ele inicia pelos SERAFINS, lembrados em Isaías ( 6, 2); os QUERUBINS , referidos pelo profeta Ezequiel (10, 15 e ss); os TRONOS constam na Carta de S. Paulo aos Colossenses (1, 16); e, em Efésios (1,21) - o Apóstolo lembra : DOMINAÇÕES, VIRTUDES, POTESTADES e PRINCIPADOS; dos ARCANJOS nos fala a Carta Canônica do Apóstolo São Judas. Enfim, os ANJOS perpassam do primeiro livro bíblico ao último - o Apocalipse de São João Evangelista.

Sendo assim, diz São Tomás que é dos próprios nomes dos nove Coros dos Espíritos Celestes que nascem as suas características, ou seja, pelas designações desses Santos Espíritos se deduzem as funções a que Eles são destinados pelo Criador, junto a nós.

Para concluir qual seria a característica e especialidade de cada uma das nove ordens de Anjos, devemos considerar três aspectos dessas catalogações:

  1. Quanto à propriedade de alguma coisa, em relação à sua finalidade e se ela se ajusta ou seja proporcional à sua natureza;
  2. Por certo excesso, quando a atribuição é menor do que a função, a exemplo de um sargento que executasse o trabalho de um cabo;
  3. Por participação, quando aquilo que se atribui a alguém, não lhe condiz plenamente, mas com certa impropriedade, como chamar aos santos homens de deuses; ou chamar ao homem de substância intelectual, em vez de substância racional, porque a primeira é a designação própria dos Anjos, a quem se atribui, como propriedade; ao passo que, somente por participação ou excesso, no segundo exemplo.

Há discrepância, entretanto, na ordenação dos Espíritos Celestes, entre Dionísio que discrimina esses seres pelas suas perfeições espirituais; ao passo que Gregório os classifica considerando mais os ministérios, serviços exteriores ou atividades. Assim, o último os denomina Anjos, porque eles anunciam acontecimentos menores; enquanto os Arcanjos revelam fatos mais relevantes; as Virtudes porque por esses recursos eles operam milagres; as Potestades, porém, por esses poderes repelem seus adversários e os Principados, enfim, dirigem todos os bons Espíritos.

Assim, pela hierarquia, em forma ascendente, temos:

1 Os ANJOS, isto é, Mensageiros. E desta forma, todos os Espíritos Celestes são nomeados ANJOS, enquanto são Anunciadores das vontades divinas. Mas aqueles que gozam de certa excelência, nessas manifestações, pertencem a graus superiores . Ora, os menores anjos são denominados como Ordem dos Anjos, simplesmente, porque eles se comunicam com os homens, diretamente, sem intermediários.
2. VIRTUDES, porque estes constituem o meio-termo entre essência e operação; e assim, todos os Espíritos Celestes também se dizem Virtudes Celestes. De outra forma, e porque ostentam certo excesso de força, por isso são classificados, como Ordem das Virtudes. Nesse sentido, São Jerônimo ensina que o nome de Virtudes significa uma certa fortaleza viril e imbatível, especialmente em todas as operações divinas. E mais, estão prontos a receber todas as inspirações divinas e sem temor levá-las a efeito: o que caracteriza a fortaleza de ânimo ou virtude destemida.
3. DOMINAÇÕES: - Segundo Dionísio - Dominação é um louvor a Deus, por uma espécie de exagero e participação do poder divino desses Anjos: é que a palavra de Deus chama-lhes DÓMINOS (Dominadores), porque por seus grandes predicados, eles lembram o Senhorio de Deus e assim iluminam seus subordinados, através desses mesmos dons. Ora, São Jerônimo explica o nome Dominações, cujo sentido é: a) - Certa liberdade, isenta da condição servil e livre também de sujeição que a plebe sofre pela tirania, a qual atinge até classes superiores; b) - Certa liderança inflexível que não se rende a qualquer ato de subserviência nem tolera outros atos de servilismo ou opressão, provenientes de tiranos; c) - Um anseio e participação de autêntico Domínio que é exclusivo de Deus. - Do mesmo modo, o nome de qualquer hierarquia significa igualmente participação do que emana de Deus. Assim, as Virtudes porque representam a Força de Deus. E por sua vez, Dominações, porque só o "Dóminus" (Senhor) pode ordenar o que deve ser feito no mundo. Daí diz também Gregório que certas legiões de Anjos estão simplesmente subordinadas à obediência e chamam-se por isso Dominações.
4. POTESTADES, no entanto, têm uma conotação de toda forma de poder. É por esse motivo que Paulo, na Carta aos Romanos (13, 2) diz: "Quem resiste ao Poder, resiste à ordenação de Deus". E, em vista disso, completa Dionísio, que o vocábulo Potestade soa como uma ordem e acatamento às disposições divinas mediante as quais os Superiores atuam sobre os súditos, conduzindo-os para o alto. Portanto, à ordem de Potestades, cabe comandar aos subalternos, no que eles devem fazer.
5. PRlNCIPADOS, vêm de Príncipe ou aquele que, entre os demais, é o primaz e como tal deve ser também o primeiro, na execução do que for mandado pelo Príncipe. Principados são, portanto, os que conduzem com ordem sagrada - segundo São Jerônimo. Nesse sentido, os que conduzem os outros Anjos, sendo os primeiros entre todos, podem ser chamados de Príncipes, como reza o Salmo 67. 26: -". A frente vieram os Príncipes, seguidos pelos que salmodiavam."
6. ARCANJOS - conforme Dionísio - são os que medeiam, entre os Principados e os Anjos. Assim, os Arcanjos são como que PRÍNCIPES - ANJOS, já que em relação aos Anjos, eles são Príncipes; porém, em confronto com os Principados, ficam sendo só Anjos. E, São Gregório acrescenta: - "Chamam-se eles Arcanjos porque eles só presidem aos Anjos, anunciando grandes eventos." Todavia, são eles igualmente Principados, uma vez que presidem a todas as Virtudes Celestes que cumprem as ordenações divinas.
7. SERAFINS - nome que procede não só da Caridade, mas da superabundância da Caridade que lhes advém do ardor ou inflamação desse Amor, visto que Dionísio traduz o nome SERAFINS pelas propriedades de fogo, donde emana o excesso de calor. É que no fogo três características sobressaem: a) - Movimento continuado e para o alto ou seja para Deus; b) - O Poder de ser quente e ativo, pois, não só é inerente ao fogo, como atuante com penetração, entranhando-se no interior com ardente calor; assim, os Anjos excitam o fervor nos seus protegidos e os purificam integralmente pela sua incandescência; c) - Produz ainda claridade luminosa e dessa forma os Anjos, com sua luz inapagável, iluminam perfeitamente os outros seres.
8. QUERUBINS - cujo nome nasce do excesso de sua ciência ou plenitude de saber e, segundo Dionísio, apresentam quatro aspectos:
a) Levam à perfeita visão de Deus;
. b) Recebem a plenitude da luz divina;
  c) Contemplam no próprio Deus a [...]
  c) As restantes ordens localizou-as, na terceira hierarquia, porque as designações deles conduzem à execução.
  Explicitando esses três critérios de hierarquização dos Espíritos Celestes, convém discernir 3 aspectos, quanto ao fim:
a) Visar a finalidade;
  b) Compreender perfeitamente esse fim;
  c) Fixar nosso intento no próprio fim.

Sendo que o segundo item se completa com o primeiro e o terceiro integra-se a ambos. E como Deus é o fim último da Criação, como o Marechal é o último posto da hierarquia do exército, pode acontecer o mesmo nas relações humanas: pois, poucos têm esse algo de dignidade, para que possam, por si mesmos, achegar-se ao Rei ou Chefe; outros ainda têm algo mais, de modo que tenham acesso aos segredos do Rei; e que outros, enfim, vivem em tomo dele, como seus adidos e assistentes. E por essa linha de raciocínio, podemos aceitar a disposição das ordens da 1a. hierarquia. É que os Tronos se elevam tanto, a fim de receberem de Deus, familiarmente, em si mesmos e por essa razão, nele podem conhecer, diretamente, as razões últimas das coisas:- privilégio esse cabível também a toda 1a. hierarquia.

Entretanto, os Querubins conhecem os segredos divinos, supereminentemente.

9. Os Serafins, porém, ultrapassam, no aspecto máximo, entre todos, como seja, unir-se ao próprio Deus, de tal modo que o que é comum a toda a hierarquia número 1, chame-se Ordem dos Tronos, à semelhança do que ocorre com aquilo que é comum a todos os Espíritos Celestes e assim os nominemos de Ordem dos Anjos.

Quanto ao aspecto de governança, temos também 3 aspectos:

  1. Definir aquilo que deve ser feito: caracteriza DOMINAÇÕES;
  2. Fornecer os meios de execução: é o atributo das VIRTUDES;
  3. Caracterizar como os mandatos ou missões devam ser executados: eis ai o papel das POTESTADES.

Quanto à execução dos desempenhos dos Anjos: o principal é a anunciação das coisas divinas. Entretanto, na execução de quaisquer atos, acontecem procedimentos iniciais, seguidos dos decisivos, como no coral que é regido pelo maestro e, numa batalha, a execução é dirigida pelo comandante; e ambos dirigem e conduzem os outros.

E essa é a missão dos PRINCIPADOS.

Outros simplesmente só executam, como fazem os ANJOS.

Outros, no entanto, ficam no meio-termo: e esses são os ARCANJOS.

Parece, pois, correta essa classificação das Ordens Angélicas: é que há sempre afinidade do mais categorizado Anjo da ordem inferior, com a última da superior. - como animais de última categoria se assemelham a plantas da mais alta estirpe.

A primeiríssima ordenação existe entre as Divinas Pessoas que termina com o ESPÍRITO SANTO, o qual é AMOR procedente. Com esta Divina Pessoa, com a qual tem afinidade, a ordem suprema da primeira hierarquia - os SERAFINS - inflamados pelo incêndio de Amor, como do Amor recíproco do PAI e do FILHO, procede o Espírito Santo.

A menor ordem da Primeira Hierarquia são os TRONOS, quer dizer, conforme Gregório: ''Por eles Deus executa os seus Juízos"; recebem, no mais, iluminações divinas para esclarecer a Segunda Hierarquia , à qual pertence a dispensação dos divinos ministérios.

A ordem das POTESTADES, no entanto, tem afinidade com a ordem dos PRINCIPADOS, já que às POTESTADES, assiste o direito de ordenar aos subordinados e esta mesma ordem logo se resume em PRINCIPADOS, que são os primeiros na execução dos divinos ministérios, ou seja, são os prepostos ao império dos povos e reinos, atributo número I, entre os divinos ministérios. E como diz Aristóteles : -"O bem do povo é mais divino do que o bem de um homem só". Assim, também o profeta Daniel diz: - "O príncipe do reino dos persas resistiu a mim".

Todavia, a disposição gregoriana tem lá sua importância e pertinência. É que por serem as DOMINAÇÕES as que definem e mandam, nas coisas que pertencem aos divinos ministérios, os hierarcas que lhes são sujeitos devem se conformar com as determinações daqueles que executam os ministérios divinos. A propósito Santo Agostinho ensina: - "Os corpos são regidos por determinada ordem: - os inferiores pelos superiores e todos pela criatura espiritual e até o mau espírito, pelo espírito bom."

A primeira hierarquia, após as DOMINAÇÕES, chama-se a dos PRINCIPADOS, que presidem aos bons Espíritos.

A seguir, as POTESTADES pelas quais são expulsos os maus espíritos, do mesmo modo que os poderes terrenos subjugam os malfeitores, como bem afirma São Paulo aos Romanos (13, 3-4): ''Porque os governantes não metem medo em vista das boas obras, mas pelas perversas. Ora, queres não temer a Autoridade? Faze o bem e receberás dela elogios. É que o Poder é para ti instrumento de Deus e meio pelo qual te impulsiona para o bem. Se, entretanto, praticas o mal, treme, porque não é à toa que ele empunha uma espada. É realmente o instrumento de Deus para aplicar justo castigo àquele que opera o mal."

Depois vêm as VIRTUDES, que têm poder sobre a Natureza corporal, na operação de milagres.

E pela ordem, enfim, ficam os ARCANJOS e ANJOS que anunciam aos homens coisas altas ou acima da razão; ou então as pequenas, que a nossa razão alcança e compreende.

Conclusão:

Estas são as informações que os Padres e Doutores da Igreja antiga nos oferecem sobre os HIERARCAS CELESTES, distribuídos pelas suas Nove Denominações bíblicas, com seus desempenhos junto ao povo de Deus e o próprio DEUS.

 

 
   

Doutrina Bíblica sobre os Anjos

Pe. Casemiro Biesek

is aqui, como na SUMA TEOLÓGICA, Santo Tomás de Aquino - na Questão 108, Artigo 5 - ensina sobre as ordens hierárquicas dos Espíritos Celestes. E já que Hierarquia é um termo grego que significa "poder sagrado", Dionísio esclarece que esses Espíritos se assemelham 'a forma divina - o quanto possível - lembrando, porém, que sua semelhança divina não lhes cabe por natureza e sim por graça de Deus.

Pois bem, o Doutor Angélico defende sua classificação hierárquica pelo Antigo e Novo Testamentos, como a seguir veremos.

Ele inicia pelos SERAFINS, lembrados em Isaías ( 6, 2); os QUERUBINS , referidos pelo profeta Ezequiel (10, 15 e ss); os TRONOS constam na Carta de S. Paulo aos Colossenses (1, 16); e, em Efésios (1,21) - o Apóstolo lembra : DOMINAÇÕES, VIRTUDES, POTESTADES e PRINCIPADOS; dos ARCANJOS nos fala a Carta Canônica do Apóstolo São Judas. Enfim, os ANJOS perpassam do primeiro livro bíblico ao último - o Apocalipse de São João Evangelista.

Sendo assim, diz São Tomás que é dos próprios nomes dos nove Coros dos Espíritos Celestes que nascem as suas características, ou seja, pelas designações desses Santos Espíritos se deduzem as funções a que Eles são destinados pelo Criador, junto a nós.

Para concluir qual seria a característica e especialidade de cada uma das nove ordens de Anjos, devemos considerar três aspectos dessas catalogações:

  1. Quanto à propriedade de alguma coisa, em relação à sua finalidade e se ela se ajusta ou seja proporcional à sua natureza;
  2. Por certo excesso, quando a atribuição é menor do que a função, a exemplo de um sargento que executasse o trabalho de um cabo;
  3. Por participação, quando aquilo que se atribui a alguém, não lhe condiz plenamente, mas com certa impropriedade, como chamar aos santos homens de deuses; ou chamar ao homem de substância intelectual, em vez de substância racional, porque a primeira é a designação própria dos Anjos, a quem se atribui, como propriedade; ao passo que, somente por participação ou excesso, no segundo exemplo.

Há discrepância, entretanto, na ordenação dos Espíritos Celestes, entre Dionísio que discrimina esses seres pelas suas perfeições espirituais; ao passo que Gregório os classifica considerando mais os ministérios, serviços exteriores ou atividades. Assim, o último os denomina Anjos, porque eles anunciam acontecimentos menores; enquanto os Arcanjos revelam fatos mais relevantes; as Virtudes porque por esses recursos eles operam milagres; as Potestades, porém, por esses poderes repelem seus adversários e os Principados, enfim, dirigem todos os bons Espíritos.

Assim, pela hierarquia, em forma ascendente, temos:

1 Os ANJOS, isto é, Mensageiros. E desta forma, todos os Espíritos Celestes são nomeados ANJOS, enquanto são Anunciadores das vontades divinas. Mas aqueles que gozam de certa excelência, nessas manifestações, pertencem a graus superiores . Ora, os menores anjos são denominados como Ordem dos Anjos, simplesmente, porque eles se comunicam com os homens, diretamente, sem intermediários.
2. VIRTUDES, porque estes constituem o meio-termo entre essência e operação; e assim, todos os Espíritos Celestes também se dizem Virtudes Celestes. De outra forma, e porque ostentam certo excesso de força, por isso são classificados, como Ordem das Virtudes. Nesse sentido, São Jerônimo ensina que o nome de Virtudes significa uma certa fortaleza viril e imbatível, especialmente em todas as operações divinas. E mais, estão prontos a receber todas as inspirações divinas e sem temor levá-las a efeito: o que caracteriza a fortaleza de ânimo ou virtude destemida.
3. DOMINAÇÕES: - Segundo Dionísio - Dominação é um louvor a Deus, por uma espécie de exagero e participação do poder divino desses Anjos: é que a palavra de Deus chama-lhes DÓMINOS (Dominadores), porque por seus grandes predicados, eles lembram o Senhorio de Deus e assim iluminam seus subordinados, através desses mesmos dons. Ora, São Jerônimo explica o nome Dominações, cujo sentido é: a) - Certa liberdade, isenta da condição servil e livre também de sujeição que a plebe sofre pela tirania, a qual atinge até classes superiores; b) - Certa liderança inflexível que não se rende a qualquer ato de subserviência nem tolera outros atos de servilismo ou opressão, provenientes de tiranos; c) - Um anseio e participação de autêntico Domínio que é exclusivo de Deus. - Do mesmo modo, o nome de qualquer hierarquia significa igualmente participação do que emana de Deus. Assim, as Virtudes porque representam a Força de Deus. E por sua vez, Dominações, porque só o "Dóminus" (Senhor) pode ordenar o que deve ser feito no mundo. Daí diz também Gregório que certas legiões de Anjos estão simplesmente subordinadas à obediência e chamam-se por isso Dominações.
4. POTESTADES, no entanto, têm uma conotação de toda forma de poder. É por esse motivo que Paulo, na Carta aos Romanos (13, 2) diz: "Quem resiste ao Poder, resiste à ordenação de Deus". E, em vista disso, completa Dionísio, que o vocábulo Potestade soa como uma ordem e acatamento às disposições divinas mediante as quais os Superiores atuam sobre os súditos, conduzindo-os para o alto. Portanto, à ordem de Potestades, cabe comandar aos subalternos, no que eles devem fazer.
5. PRlNCIPADOS, vêm de Príncipe ou aquele que, entre os demais, é o primaz e como tal deve ser também o primeiro, na execução do que for mandado pelo Príncipe. Principados são, portanto, os que conduzem com ordem sagrada - segundo São Jerônimo. Nesse sentido, os que conduzem os outros Anjos, sendo os primeiros entre todos, podem ser chamados de Príncipes, como reza o Salmo 67. 26: -". A frente vieram os Príncipes, seguidos pelos que salmodiavam."
6. ARCANJOS - conforme Dionísio - são os que medeiam, entre os Principados e os Anjos. Assim, os Arcanjos são como que PRÍNCIPES - ANJOS, já que em relação aos Anjos, eles são Príncipes; porém, em confronto com os Principados, ficam sendo só Anjos. E, São Gregório acrescenta: - "Chamam-se eles Arcanjos porque eles só presidem aos Anjos, anunciando grandes eventos." Todavia, são eles igualmente Principados, uma vez que presidem a todas as Virtudes Celestes que cumprem as ordenações divinas.
7. SERAFINS - nome que procede não só da Caridade, mas da superabundância da Caridade que lhes advém do ardor ou inflamação desse Amor, visto que Dionísio traduz o nome SERAFINS pelas propriedades de fogo, donde emana o excesso de calor. É que no fogo três características sobressaem: a) - Movimento continuado e para o alto ou seja para Deus; b) - O Poder de ser quente e ativo, pois, não só é inerente ao fogo, como atuante com penetração, entranhando-se no interior com ardente calor; assim, os Anjos excitam o fervor nos seus protegidos e os purificam integralmente pela sua incandescência; c) - Produz ainda claridade luminosa e dessa forma os Anjos, com sua luz inapagável, iluminam perfeitamente os outros seres.
8. QUERUBINS - cujo nome nasce do excesso de sua ciência ou plenitude de saber e, segundo Dionísio, apresentam quatro aspectos:
a) Levam à perfeita visão de Deus;
. b) Recebem a plenitude da luz divina;
  c) Contemplam no próprio Deus a [...]
  c) As restantes ordens localizou-as, na terceira hierarquia, porque as designações deles conduzem à execução.
  Explicitando esses três critérios de hierarquização dos Espíritos Celestes, convém discernir 3 aspectos, quanto ao fim:
a) Visar a finalidade;
  b) Compreender perfeitamente esse fim;
  c) Fixar nosso intento no próprio fim.

Sendo que o segundo item se completa com o primeiro e o terceiro integra-se a ambos. E como Deus é o fim último da Criação, como o Marechal é o último posto da hierarquia do exército, pode acontecer o mesmo nas relações humanas: pois, poucos têm esse algo de dignidade, para que possam, por si mesmos, achegar-se ao Rei ou Chefe; outros ainda têm algo mais, de modo que tenham acesso aos segredos do Rei; e que outros, enfim, vivem em tomo dele, como seus adidos e assistentes. E por essa linha de raciocínio, podemos aceitar a disposição das ordens da 1a. hierarquia. É que os Tronos se elevam tanto, a fim de receberem de Deus, familiarmente, em si mesmos e por essa razão, nele podem conhecer, diretamente, as razões últimas das coisas:- privilégio esse cabível também a toda 1a. hierarquia.

Entretanto, os Querubins conhecem os segredos divinos, supereminentemente.

9. Os Serafins, porém, ultrapassam, no aspecto máximo, entre todos, como seja, unir-se ao próprio Deus, de tal modo que o que é comum a toda a hierarquia número 1, chame-se Ordem dos Tronos, à semelhança do que ocorre com aquilo que é comum a todos os Espíritos Celestes e assim os nominemos de Ordem dos Anjos.

Quanto ao aspecto de governança, temos também 3 aspectos:

  1. Definir aquilo que deve ser feito: caracteriza DOMINAÇÕES;
  2. Fornecer os meios de execução: é o atributo das VIRTUDES;
  3. Caracterizar como os mandatos ou missões devam ser executados: eis ai o papel das POTESTADES.

Quanto à execução dos desempenhos dos Anjos: o principal é a anunciação das coisas divinas. Entretanto, na execução de quaisquer atos, acontecem procedimentos iniciais, seguidos dos decisivos, como no coral que é regido pelo maestro e, numa batalha, a execução é dirigida pelo comandante; e ambos dirigem e conduzem os outros.

E essa é a missão dos PRINCIPADOS.

Outros simplesmente só executam, como fazem os ANJOS.

Outros, no entanto, ficam no meio-termo: e esses são os ARCANJOS.

Parece, pois, correta essa classificação das Ordens Angélicas: é que há sempre afinidade do mais categorizado Anjo da ordem inferior, com a última da superior. - como animais de última categoria se assemelham a plantas da mais alta estirpe.

A primeiríssima ordenação existe entre as Divinas Pessoas que termina com o ESPÍRITO SANTO, o qual é AMOR procedente. Com esta Divina Pessoa, com a qual tem afinidade, a ordem suprema da primeira hierarquia - os SERAFINS - inflamados pelo incêndio de Amor, como do Amor recíproco do PAI e do FILHO, procede o Espírito Santo.

A menor ordem da Primeira Hierarquia são os TRONOS, quer dizer, conforme Gregório: ''Por eles Deus executa os seus Juízos"; recebem, no mais, iluminações divinas para esclarecer a Segunda Hierarquia , à qual pertence a dispensação dos divinos ministérios.

A ordem das POTESTADES, no entanto, tem afinidade com a ordem dos PRINCIPADOS, já que às POTESTADES, assiste o direito de ordenar aos subordinados e esta mesma ordem logo se resume em PRINCIPADOS, que são os primeiros na execução dos divinos ministérios, ou seja, são os prepostos ao império dos povos e reinos, atributo número I, entre os divinos ministérios. E como diz Aristóteles : -"O bem do povo é mais divino do que o bem de um homem só". Assim, também o profeta Daniel diz: - "O príncipe do reino dos persas resistiu a mim".

Todavia, a disposição gregoriana tem lá sua importância e pertinência. É que por serem as DOMINAÇÕES as que definem e mandam, nas coisas que pertencem aos divinos ministérios, os hierarcas que lhes são sujeitos devem se conformar com as determinações daqueles que executam os ministérios divinos. A propósito Santo Agostinho ensina: - "Os corpos são regidos por determinada ordem: - os inferiores pelos superiores e todos pela criatura espiritual e até o mau espírito, pelo espírito bom."

A primeira hierarquia, após as DOMINAÇÕES, chama-se a dos PRINCIPADOS, que presidem aos bons Espíritos.

A seguir, as POTESTADES pelas quais são expulsos os maus espíritos, do mesmo modo que os poderes terrenos subjugam os malfeitores, como bem afirma São Paulo aos Romanos (13, 3-4): ''Porque os governantes não metem medo em vista das boas obras, mas pelas perversas. Ora, queres não temer a Autoridade? Faze o bem e receberás dela elogios. É que o Poder é para ti instrumento de Deus e meio pelo qual te impulsiona para o bem. Se, entretanto, praticas o mal, treme, porque não é à toa que ele empunha uma espada. É realmente o instrumento de Deus para aplicar justo castigo àquele que opera o mal."

Depois vêm as VIRTUDES, que têm poder sobre a Natureza corporal, na operação de milagres.

E pela ordem, enfim, ficam os ARCANJOS e ANJOS que anunciam aos homens coisas altas ou acima da razão; ou então as pequenas, que a nossa razão alcança e compreende.

Conclusão:

Estas são as informações que os Padres e Doutores da Igreja antiga nos oferecem sobre os HIERARCAS CELESTES, distribuídos pelas suas Nove Denominações bíblicas, com seus desempenhos junto ao povo de Deus e o próprio DEUS.

 

 
     
 
 
1 Os ANJOS, isto é, Mensageiros. E desta forma, todos os Espíritos Celestes são nomeados ANJOS, enquanto são Anunciadores das vontades divinas. Mas aqueles que gozam de certa excelência, nessas manifestações, pertencem a graus superiores . Ora, os menores anjos são denominados como Ordem dos Anjos, simplesmente, porque eles se comunicam com os homens, diretamente, sem intermediários.
2. VIRTUDES, porque estes constituem o meio-termo entre essência e operação; e assim, todos os Espíritos Celestes também se dizem Virtudes Celestes. De outra forma, e porque ostentam certo excesso de força, por isso são classificados, como Ordem das Virtudes. Nesse sentido, São Jerônimo ensina que o nome de Virtudes significa uma certa fortaleza viril e imbatível, especialmente em todas as operações divinas. E mais, estão prontos a receber todas as inspirações divinas e sem temor levá-las a efeito: o que caracteriza a fortaleza de ânimo ou virtude destemida.
3. DOMINAÇÕES: - Segundo Dionísio - Dominação é um louvor a Deus, por uma espécie de exagero e participação do poder divino desses Anjos: é que a palavra de Deus chama-lhes DÓMINOS (Dominadores), porque por seus grandes predicados, eles lembram o Senhorio de Deus e assim iluminam seus subordinados, através desses mesmos dons. Ora, São Jerônimo explica o nome Dominações, cujo sentido é: a) - Certa liberdade, isenta da condição servil e livre também de sujeição que a plebe sofre pela tirania, a qual atinge até classes superiores; b) - Certa liderança inflexível que não se rende a qualquer ato de subserviência nem tolera outros atos de servilismo ou opressão, provenientes de tiranos; c) - Um anseio e participação de autêntico Domínio que é exclusivo de Deus. - Do mesmo modo, o nome de qualquer hierarquia significa igualmente participação do que emana de Deus. Assim, as Virtudes porque representam a Força de Deus. E por sua vez, Dominações, porque só o "Dóminus" (Senhor) pode ordenar o que deve ser feito no mundo. Daí diz também Gregório que certas legiões de Anjos estão simplesmente subordinadas à obediência e chamam-se por isso Dominações.
4. POTESTADES, no entanto, têm uma conotação de toda forma de poder. É por esse motivo que Paulo, na Carta aos Romanos (13, 2) diz: "Quem resiste ao Poder, resiste à ordenação de Deus". E, em vista disso, completa Dionísio, que o vocábulo Potestade soa como uma ordem e acatamento às disposições divinas mediante as quais os Superiores atuam sobre os súditos, conduzindo-os para o alto. Portanto, à ordem de Potestades, cabe comandar aos subalternos, no que eles devem fazer.
5. PRlNCIPADOS, vêm de Príncipe ou aquele que, entre os demais, é o primaz e como tal deve ser também o primeiro, na execução do que for mandado pelo Príncipe. Principados são, portanto, os que conduzem com ordem sagrada - segundo São Jerônimo. Nesse sentido, os que conduzem os outros Anjos, sendo os primeiros entre todos, podem ser chamados de Príncipes, como reza o Salmo 67. 26: -". A frente vieram os Príncipes, seguidos pelos que salmodiavam."
6. ARCANJOS - conforme Dionísio - são os que medeiam, entre os Principados e os Anjos. Assim, os Arcanjos são como que PRÍNCIPES - ANJOS, já que em relação aos Anjos, eles são Príncipes; porém, em confronto com os Principados, ficam sendo só Anjos. E, São Gregório acrescenta: - "Chamam-se eles Arcanjos porque eles só presidem aos Anjos, anunciando grandes eventos." Todavia, são eles igualmente Principados, uma vez que presidem a todas as Virtudes Celestes que cumprem as ordenações divinas.
7. SERAFINS - nome que procede não só da Caridade, mas da superabundância da Caridade que lhes advém do ardor ou inflamação desse Amor, visto que Dionísio traduz o nome SERAFINS pelas propriedades de fogo, donde emana o excesso de calor. É que no fogo três características sobressaem: a) - Movimento continuado e para o alto ou seja para Deus; b) - O Poder de ser quente e ativo, pois, não só é inerente ao fogo, como atuante com penetração, entranhando-se no interior com ardente calor; assim, os Anjos excitam o fervor nos seus protegidos e os purificam integralmente pela sua incandescência; c) - Produz ainda claridade luminosa e dessa forma os Anjos, com sua luz inapagável, iluminam perfeitamente os outros seres.
8. QUERUBINS - cujo nome nasce do excesso de sua ciência ou plenitude de saber e, segundo Dionísio, apresentam quatro aspectos:
a) Levam à perfeita visão de Deus;
. b) Recebem a plenitude da luz divina;
  c) Contemplam no próprio Deus a [...]
  c) As restantes ordens localizou-as, na terceira hierarquia, porque as designações deles conduzem à execução.
  Explicitando esses três critérios de hierarquização dos Espíritos Celestes, convém discernir 3 aspectos, quanto ao fim:
a) Visar a finalidade;
  b) Compreender perfeitamente esse fim;
  c) Fixar nosso intento no próprio fim.

Sendo que o segundo item se completa com o primeiro e o terceiro integra-se a ambos. E como Deus é o fim último da Criação, como o Marechal é o último posto da hierarquia do exército, pode acontecer o mesmo nas relações humanas: pois, poucos têm esse algo de dignidade, para que possam, por si mesmos, achegar-se ao Rei ou Chefe; outros ainda têm algo mais, de modo que tenham acesso aos segredos do Rei; e que outros, enfim, vivem em tomo dele, como seus adidos e assistentes. E por essa linha de raciocínio, podemos aceitar a disposição das ordens da 1a. hierarquia. É que os Tronos se elevam tanto, a fim de receberem de Deus, familiarmente, em si mesmos e por essa razão, nele podem conhecer, diretamente, as razões últimas das coisas:- privilégio esse cabível também a toda 1a. hierarquia.

Entretanto, os Querubins conhecem os segredos divinos, supereminentemente.

9. Os Serafins, porém, ultrapassam, no aspecto máximo, entre todos, como seja, unir-se ao próprio Deus, de tal modo que o que é comum a toda a hierarquia número 1, chame-se Ordem dos Tronos, à semelhança do que ocorre com aquilo que é comum a todos os Espíritos Celestes e assim os nominemos de Ordem dos Anjos.

Quanto ao aspecto de governança, temos também 3 aspectos:

  1. Definir aquilo que deve ser feito: caracteriza DOMINAÇÕES;
  2. Fornecer os meios de execução: é o atributo das VIRTUDES;
  3. Caracterizar como os mandatos ou missões devam ser executados: eis ai o papel das POTESTADES.

Quanto à execução dos desempenhos dos Anjos: o principal é a anunciação das coisas divinas. Entretanto, na execução de quaisquer atos, acontecem procedimentos iniciais, seguidos dos decisivos, como no coral que é regido pelo maestro e, numa batalha, a execução é dirigida pelo comandante; e ambos dirigem e conduzem os outros.

E essa é a missão dos PRINCIPADOS.

Outros simplesmente só executam, como fazem os ANJOS.

Outros, no entanto, ficam no meio-termo: e esses são os ARCANJOS.

Parece, pois, correta essa classificação das Ordens Angélicas: é que há sempre afinidade do mais categorizado Anjo da ordem inferior, com a última da superior. - como animais de última categoria se assemelham a plantas da mais alta estirpe.

A primeiríssima ordenação existe entre as Divinas Pessoas que termina com o ESPÍRITO SANTO, o qual é AMOR procedente. Com esta Divina Pessoa, com a qual tem afinidade, a ordem suprema da primeira hierarquia - os SERAFINS - inflamados pelo incêndio de Amor, como do Amor recíproco do PAI e do FILHO, procede o Espírito Santo.

A menor ordem da Primeira Hierarquia são os TRONOS, quer dizer, conforme Gregório: ''Por eles Deus executa os seus Juízos"; recebem, no mais, iluminações divinas para esclarecer a Segunda Hierarquia , à qual pertence a dispensação dos divinos ministérios.

A ordem das POTESTADES, no entanto, tem afinidade com a ordem dos PRINCIPADOS, já que às POTESTADES, assiste o direito de ordenar aos subordinados e esta mesma ordem logo se resume em PRINCIPADOS, que são os primeiros na execução dos divinos ministérios, ou seja, são os prepostos ao império dos povos e reinos, atributo número I, entre os divinos ministérios. E como diz Aristóteles : -"O bem do povo é mais divino do que o bem de um homem só". Assim, também o profeta Daniel diz: - "O príncipe do reino dos persas resistiu a mim".

Todavia, a disposição gregoriana tem lá sua importância e pertinência. É que por serem as DOMINAÇÕES as que definem e mandam, nas coisas que pertencem aos divinos ministérios, os hierarcas que lhes são sujeitos devem se conformar com as determinações daqueles que executam os ministérios divinos. A propósito Santo Agostinho ensina: - "Os corpos são regidos por determinada ordem: - os inferiores pelos superiores e todos pela criatura espiritual e até o mau espírito, pelo espírito bom."

A primeira hierarquia, após as DOMINAÇÕES, chama-se a dos PRINCIPADOS, que presidem aos bons Espíritos.

A seguir, as POTESTADES pelas quais são expulsos os maus espíritos, do mesmo modo que os poderes terrenos subjugam os malfeitores, como bem afirma São Paulo aos Romanos (13, 3-4): ''Porque os governantes não metem medo em vista das boas obras, mas pelas perversas. Ora, queres não temer a Autoridade? Faze o bem e receberás dela elogios. É que o Poder é para ti instrumento de Deus e meio pelo qual te impulsiona para o bem. Se, entretanto, praticas o mal, treme, porque não é à toa que ele empunha uma espada. É realmente o instrumento de Deus para aplicar justo castigo àquele que opera o mal."

Depois vêm as VIRTUDES, que têm poder sobre a Natureza corporal, na operação de milagres.

E pela ordem, enfim, ficam os ARCANJOS e ANJOS que anunciam aos homens coisas altas ou acima da razão; ou então as pequenas, que a nossa razão alcança e compreende.

Conclusão:

Estas são as informações que os Teólos Doutores da Igreja antiga nos oferecem sobre os HIERARCAS CELESTES, distribuídos pelas suas Nove Denominações bíblicas, com seus desempenhos junto ao povo de Deus e o próprio DEUS.Pe. Carneiro Luiz

 
   

A Justiça da Humildade

VIII - A Justiça da Humildade

«Deixa por agora, 
pois convém que cumpramos a justiça completa» 

(Mt 3,15)

cristão deve constantemente passar de uma fé expressa com palavras a uma fé expressa com a experiência. Na noite de Natal, o Cristo menino mostrou-nos uma nova oportunidade, um novo poder do qual extrair uma renovação ou, mais ainda, uma cura para o orgulho de nosso espírito que, com os anos, tornou-se árido e viu as próprias chagas tornarem-se fétidas. Na festa de Natal, abriu-se diante de nós uma porta que conduz a uma nova vida de vizinhança com Cristo na sua infância, vizinhança que nos prepara para entrar no reino, segundo a condição colocada pelo Senhor: Se não vos tornardes como crianças, não entrareis no reino dos céus (Mt 18,3).

Na festa do batismo do Senhor no Jordão encontramo-nos diante da realização da experiência à qual fomos associados no Natal.

Hoje Cristo, homem de trinta anos, adianta-se, com o espírito de um menino - coisa deveras surpreendente - para ser batizado por um homem, João.

Fazendo-se semelhante a uma criança, Cristo ofereceu à humanidade um fresta ou, melhor, uma verdadeira e própria fonte da qual receber força e inspiração para resolver um problema fundamental: Quem é o maior? É uma pergunta que ninguém pode ignorar; os próprios discípulos caíram nela e Lucas descreve para nós este triste episódio:

Surgiu também entre eles uma discussão: qual deles seria o maior. E Jesus disse-lhes: ‘Os reis dos pagãos dominam como senhores, e os que exercem sobre eles autoridade chamam-se benfeitores. Que não seja assim entre vós; mas o que entre vós é o maior, torne-se como o último; e o que governa seja como o servo. Pois qual é o maior: o que está sentado à mesa ou o que serve? Não é aquele que está sentado à mesa? Todavia eu estou no meio de vós, como aquele que serve (Lc 22, 24-27).

Ora, no batismo, inclinando a cabeça sob a mão de João, Cristo ofereceu-nos a solução para um problema ainda mais profundo e decisivo: “Quem é o mais justo?” Afirmei que é mais profunda e decisiva porque a pergunta “Quem é o maior?” está ligada às aparências externas. É possível que alguém evite o problema deixando, na presença dos outros, o primeiro lugar ao irmão, de forma a parecer ele mesmo mais humilde e mais justo. Mas, o obstáculo verdadeiro e o risco maior está na pergunta “Quem é o mais justo?” . O homem, no segredo do próprio coração, louva-se sempre a si mesmo e é-lhe difícil louvar a justiça de um outro. No batismo  de Cristo, pelo contrário, vemos esta regra surpreendentemente mudada. Cristo, o mais justo, apresenta-se diante de João, que é absolutamente privado de justiça (isto é, de divindade) e, dobrando a cabeça com humildade, pede que João consinta em batizá-lo.

Estejamos atentos porque, quando Cristo diz: Por ora deixa assim, porque convém que assim cumpramos a justiça completa (Mt 3,15), não está recebendo a justiça de João, mas “cumprindo” toda a justiça em favor de João e de toda a humanidade. Mesmo se, aqui, Cristo parece receber para si a unção do batismo para a justiça, de fato, através do seu batismo, está conseguindo a totalidade da justiça não para si mesmo, mas para todo aquele que segue seu exemplo. Com seu batismo, Cristo traz a justiça em favor da humanidade, a justiça da submissão do maior ao menor. Com esse gesto, Cristo põe no homem uma potencialidade que antes não existia: a possibilidade da submissão do justo a um que é menos justo. Esta submissão deu vida a uma nova justiça que Cristo revelou ao orgulho humano e que definiu como “justiça completa”.

Hoje Cristo oferece o melhor remédio para a doença mais grave: inclinando  a cabeça sob a mão de João e dele recebendo a unção batismal, Cristo nos entrega o espírito da humildade ou, para expressar-nos com maior força, o mistério da humildade que compreende ä realização da justiça completa”.

Aos olhos de Deus, o povo de Israel se qualificava essencialmente como povo “’de dura cerviz” ou “que endureceu o pescoço”. Mas “dura cerviz” em relação a quem?  A Deus mesmo! O povo de Israel jamais inclinou a cabeça sob a mão de Deus e não era, certamente, o único povo da terra a comportar-se deste modo. Cristo veio para curar a dureza de cerviz do povo de Israel e do mundo inteiro.

Ele inclinou a cabeça sob a mão de João com simplicidade e submissão, de modo totalmente livre, e deu-nos um bálsamo divino com o qual ungir-nos o pescoço para poder curar o mal do orgulho e receber o mistério de “toda a justiça”.  Esse é o bálsamo secreto. O ungüento divino e misterioso que, quando usado, recupera para o nosso pescoço a elasticidade da infância e permite-nos  inclinar sempre a cabeça com simplicidade, para receber “toda a justiça”.

Cristo apresentou-se a João como alguém que tinha necessidade de ser batizado, é o que se depreende claramente das palavras de João: Eu tenho necessidade de ser batizado por ti e tu vens a mim? (Mt 3,14); isto é: Tu estás vindo a mim como alguém necessitado.  Na realidade, Cristo não tinha nenhuma necessidade de ser batizado, nem necessidade de coisa alguma, muito menos de justiça, contudo, quando se apresentou para o batismo como alguém que tinha necessidade dela e inclinou a cabeça em sinal de obediente submissão, revelou-nos um dos mistérios da realização da justiça.  Quando nos dispusemos a fazer um ato de humildade e de submissão, devemos fazê-lo como quem verdadeiramente se encontra em necessidade, não por favor! Cristo revela e faz não aquilo que lhe era conveniente, mas aquilo que é conveniente para nós, à nossa salvação e à realização da justiça em nossas vidas.

Mas, ainda não chegamos ao pleno significado deste inclinar a cabeça diante de João.

Este gesto de Cristo no Jordão, mexe profundamente com nossas consciências: realizando-o, Cristo pôs a nu o nosso orgulho e revelou-nos o quanto estamos longe de compreender e praticar a “verdadeira justiça”. Como é duro para um simples cristão, ou para um padre, inclinar a cabeça para receber a bênção da mão de um seu semelhante! O gesto realizado por Cristo ia além de toda a lógica do bom senso: nele não havia nenhuma culpa, para que tivesse de inclinar a cabeça divina sob a mão de um homem, para receber a unção.

Com essa submissão, que suplanta toda lógica do sacerdócio, Cristo estabelece uma justiça que supera qualquer outra justiça em grandeza, e eficácia, e intensidade. Escolheu o Jordão, no início de seu ministério público, como o lugar mais oportuno para colocar o fundamento seguro no qual legitimar qualquer ministério eficaz: “a cabeça inclinada”.  Isso emerge e também é confirmado pelo paralelo que encontramos no gesto realizado por Jesus na noite em que instituiu o mistério da ceia do Senhor, quando se inclinou, até prostrar-se por terra, para lavar os pés a seus discípulos. É como se inclinar a cabeça na submissão e no arrependimento constituísse o gesto inicial de todo mistério divino, batismo ou eucaristia.

O autêntico significado desta verdade emerge se recordamos aquilo que Cristo disse a Pedro quando ele procurava evitar a lavação dos pés, tendo como inaceitável ficar de pé como um patrão enquanto Cristo lhe estava diante como um escravo a seu serviço; o Senhor o reprovou: Se não te lavo os pés, não terás parte comigo (Jo 13,8). A mesma coisa aconteceu no batismo, quando João procurou subtrair-se à missão de impor as mãos sobre a cabeça de Jesus para batizá-lo na água. O Senhor logo o interrompeu dizendo: Deixa por agora, pois convém que cumpramos a justiça completa (Mt 3,15). A firme insistência de Cristo na absoluta necessidade de assumir, de sua parte, uma determinada posição em relação ao Batista e a Pedro, revela-nos a importância e a seriedade do mistério da humildade e da submissão no servir a igreja no sacerdócio e na vida cristã em geral. É a via mestra para se ter acesso à justiça. Eu vos dei o exemplo, para que, como eu fiz, também vós o façais... Sabendo essas coisas, sereis felizes se as colocardes em prática (Jo 13, 15.17).

A verdade que nós, cristãos, nunca devemos esquecer é que, aqui, Cristo nos revela sem meios termos a autêntica ordem das coisas, para tornar-nos vigilantes; Cristo rejeita o conceito humano de justiça e o subverte completamente, rejeita e trata com desprezo toda lógica de autodefesa. Depois que Cristo inclinou a cabeça sob a mão de João, não podemos mais perguntar seriamente: “Quem é o maior?”. Nossa dignidade consiste no abandono deliberado e contínuo de qualquer dignidade e no entregá-la a quem nos é inferior. Não podemos mais sustentar reivindicações de primado ou de privilégio porque, aquilo que determina nossa justiça e nossa autêntica liberdade, é o grau do nosso humilhar-se diante da comunidade; nossas ações são dignas de aprovação à medida de nossa renúncia a qualquer pretensão de direito.

A prontidão de João Batista em batizar Cristo foi um ato de obediência e submissão, comparável à humilde e modesta resposta da virgem Maria quando Deus a escolheu para gerar Cristo. A obediência e a submissão de João Batista à ordem do Senhor de batizá-lo prepararam a estrada para Cristo, a fim de que pusesse em prática, com o rito do mistério do batismo, o revolucionário mistério da humildade, a que ele deu o nome de realização da justiça completa. Aqui no Jordão - como mais tarde no lava-pés - o Senhor demonstra o seu posicionar-se, como um escravo, sob a mão de João, para cancelar a vergonha do homem que tinha rejeitado inclinar-se sob a mão de Deus.

Detenhamo-nos ainda uma vez para contemplar como o céu se comove com os gestos de humildade do Senhor Jesus. Quando Cristo nasceu e foi colocado na manjedoura de uma estrebaria, os céus se abriram e o anjo, juntamente com os exércitos celestes, apareceu para anunciar a boa notícia da salvação e para glorificar a Deus. No Jordão acontece a mesma coisa: os céus se abrem, o Espírito Santo aparece em forma visível e a voz do próprio Pai proclama a identidade deste Homem que está inclinando a cabeça diante de João: Este é o meu Filho predileto, no qual pus a minha complacência (Mt 3,17). Acontece assim: à medida em que nós nos humilhamos na terra, Deus se revela a nós e nos glorifica com os anjos do céu.

Notemos também que o Espírito Santo, assumindo a forma de uma pomba, coloca-se sobre Cristo enquanto ele inclina a cabeça. Não aparece como uma língua de fogo, como no dia de Pentecostes, nem semelhante a uma mão robusta como aquela que desceu sobre a cabeça dos profetas do Antigo Testamento; para aparecer, o Espírito Santo escolhe  a forma mais em sintonia com quem deve recebê-lo. Deste modo, o Espírito escolhe a forma de uma delicada pomba para revelar a natureza do coração de Jesus: um coração manso, amoroso e humilde.

Quanta necessidade temos, ainda hoje, da mansidão de coração de Jesus que se inclina diante de João com simplicidade, humildade e submissão! O Espírito Santo poderia descer sobre nós sob a forma de pomba e fazer-nos mais próximos ao Cristo do Jordão e unir os nossos corações àquele coração manso e humilde!

Na natividade, tomamos a mansidão da infância como modelo para viver cada momento em preparação à entrada do reino dos céus. No Jordão, tomamos a cabeça inclinada de Cristo como modelo para preparar-nos para viver em humilde companhia do Espírito Santo e uma vocação para realizar no mundo.

Como Cristo nos estimula a retornar a ser e a permanecer sempre como crianças, para poder entrar no reino dos céus, assim nos exorta a sermos mansos como pombas. Esta é a unção de que temos necessidade para desenvolver o nosso serviço e para viver no mundo. Cristo está sempre pronto para dar-nos o espírito de humildade de uma criança, segundo a sua estatura em Belém, e o espírito de humildade de uma pomba, segundo a estatura no Jordão: assim estaremos preparados externa e interiormente para alcançar a plena estatura de Cristo. Pe Carneiro Luiz

Falando sobre Forte tremor em Honduras gera alerta de tsunami - Artigo - notícias

29 marzo

EU CREIO NO PODE DA ORAÇÃO

 

Imóveis, Caros amigos nos estamos iniciando uma nova forma de usar nosso

espaço para angariamos fundo para o evangelho que Jesus nos comissionou e

esté é o primeiro  anuncio que estamos fazendo.

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nome de Cristo Jesus

 

 

 

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Antes de aprendermos como orar por sabedoria e entendimento, precisamos entender de onde vem essa sabedoria e porque precisamos dela na nossa vida em Cristo.
A sabedoria e o entendimento vem de Deus
Vemos isso em:
Jó 12:13   Não! Com Deus está a sabedoria e a força; ele tem conselho e entendimento.
Provérbios 3:19   O SENHOR com sabedoria fundou a terra, com inteligência estabeleceu os céus. 
Deus é soberano e com Ele está toda sabedoria e todo entendimento, foi com essa sabedoria e entendimento de tudo, que Ele criou o mundo, tudo que há nele e nos criou.
Gênesis 1:27   Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
Provérbios 2:6   Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.  
Deus nos criou a sua imagem e semelhança, sendo assim Deus nos fez inteligentes, cheios de sabedoria, sabedoria esta que nos dará o entendimento de tudo que nos cerca, principalmente das coisas de Deus. Tudo que aprendemos desde que nascemos vem da sabedoria que Deus nos dá, nós não somos nada sem a presença de Deus nas nossas vidas. 
Provérbios 2:7   Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade,    
Deus quer que tenhamos entendimento de tudo que nos cerca, que sejamos pessoas observadoras, que saibamos discernir as coisas boas das coisas ruins, no nosso dia a dia precisamos muito da sabedoria de Deus,  porém isso não é o mais importante, Deus quer que entendamos coisas maiores, Deus quer que tenhamos o entendimento do Seu Reino, de quem realmente somos no Reino de Deus, essa é verdadeira sabedoria que Deus quer nos dar, essa sabedoria será dada aos retos, aos seus filhos amados, aqueles que verdadeiramente O buscarem. A sabedoria de Deus nos torna protegidos dos enganos do mundo, isso acontece quando somos sinceros, verdadeiros.
Eclesiastes 2:26   Porque Deus dá sabedoria, conhecimento e prazer ao homem que lhe agrada; mas ao pecador dá trabalho, para que ele ajunte e amontoe, a fim de dar àquele que agrada a Deus. Também isto é vaidade e correr atrás do vento.
Deus dá essa sabedoria especial ao homem que Lhe agrada, por isso devemos estar sempre dispostos a agradar a Deus de todo coração, assim além da sabedoria e do conhecimento teremos também alegria, prazer em tudo que fazemos, principalmente na obra do Senhor. 
Provérbios 2:11   O bom siso(Juízo, senso, prudência) te guardará, e a inteligência te conservará;
Deus nos dá a sabedoria para buscarmos a justiça, a prudência. A prudência nos guarda do mal  e a sabedoria nos conserva no bem.
Provérbios 2:10   Porquanto a sabedoria entrará no teu coração, e o conhecimento será agradável à tua alma.
A sabedoria tem de cair direto no coração, devemos estar abertos ao  que Deus quer nos ensinar, principalmente quando se trata de mudança de atitude, muitas vezes Deus nos mostrará através da Sua palavra que precisamos mudar certas coisas na nossa vida, e nesse momento devemos deixar que esse entendimento venha suavemente, prazerosamente na nossa vida, sem murmuração, por que o conhecimento que Deus nos dá tem  ser agradável a nossa alma. Não adianta orarmos pedindo entendimento, se fecharmos nosso coração e deixar de fazer a vontade do Pai.

A sabedoria e o entendimento de Deus é dado aos que verdadeiramente o buscam.

Mateus 11:25   Por aquele tempo, exclamou Jesus: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.
Deus não faz questão que sejamos sábios das ciências do mundo, o que importa mesmo para Deus é que entendamos o Seu Reino. Vamos ver o que Ele realmente tem para nós:
I Coríntios 1:17   Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo.    
I Coríntios 1:18   Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus.    
I Coríntios 1:19   Pois está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos.    
I Coríntios 1:20   Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo?    
I Coríntios 1:21   Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação.    
I Coríntios 1:22   Porque tanto os judeus pedem sinais, como os gregos buscam sabedoria;    
I Coríntios 1:23   mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios;    
I Coríntios 1:24   mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus.    
I Coríntios 1:25   Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.
I Coríntios 1:26   Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento;
Para Deus não importa a sabedoria do mundo, é claro que a sabedoria que está no mundo foi dada por Ele, mas é algo muito pequeno perto do que Ele realmente quer nos ensinar.
Deus quer que sejamos sábios, mas não só pra nos ajudar no nosso dia a dia, Deus quer que saibamos reconhecer a verdadeira sabedoria Dele, mostrada na morte de Jesus Cristo. Ele quer que entendamos que fomos realmente salvos pela morte na cruz, quer nos libertar da sabedoria desse mundo que nos cega e não deixa nosso espírito crescer, que não nos deixa viver em espírito e em verdade e sim na carne, ele quer nos libertar das ciências que tudo precisa de prova, Deus quer que tenhamos sabedoria para entender o chamado Dele para a sua obra. Muitos são chamados e poucos os escolhidos, os escolhidos são aqueles que conseguem entender esse chamado e aceitá-lo. A sabedoria do mundo é loucura para Deus, como é loucura para o mundo as coisas de Deus.
Deus quer que tenhamos entendimento de que só Ele é Deus, de que tudo que temos e que somos vem de Deus. Temos de nos gloriar somente no Senhor!!!
Como nos livrar dos obstáculos e receber a sabedoria de Deus?
Existem na nossa vida muitos obstáculos que nos impedem de receber a sabedoria de Deus. Deus quer nos abençoar , porem o inimigo está sempre ao derredor para nos confundir, nos distanciar da palavra de Deus. Satanás quer cegar nosso entendimento, quer que deixamos de escutar Deus, põe pensamentos de derrota em nossas mentes, tudo para nos tirar do Propósito de Deus. Para nos livrarmos do inimigo precisamos orar e vigiar.
Marcos 14:38   Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.
I Pedro 5:8   Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar;
Precisamos ter uma vida de oração e vigiar que significa estar atento, meditando sempre na Palavra de Deus. Na nossa oração diária devemos sempre pedir a Deus por sabedoria e entendimento. Sabedoria no trabalho, para educar os filhos, para conviver com o esposo e principalmente continuarmos firmes no caminho do Senhor. Salomão quando se tornou rei, em sonho ele orou a Deus. Vamos ver:
I Reis 3:6   Respondeu Salomão: De grande benevolência usaste para com teu servo Davi, meu pai, porque ele andou contigo em fidelidade, e em justiça, e em retidão de coração, perante a tua face; mantiveste-lhe esta grande benevolência e lhe deste um filho que se assentasse no seu trono, como hoje se vê.    
I Reis 3:7   Agora, pois, ó SENHOR, meu Deus, tu fizeste reinar teu servo em lugar de Davi, meu pai; não passo de uma criança, não sei como conduzir-me.    
I Reis 3:8   Teu servo está no meio do teu povo que elegeste, povo grande, tão numeroso, que se não pode contar.    
I Reis 3:9   Dá, pois, ao teu servo coração compreensivo para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?    
I Reis 3:10   Estas palavras agradaram ao Senhor, por haver Salomão pedido tal coisa.    
I Reis 3:11   Disse-lhe Deus: Já que pediste esta coisa e não pediste longevidade, nem riquezas, nem a morte de teus inimigos; mas pediste entendimento, para discernires o que é justo;    
I Reis 3:12   eis que faço segundo as tuas palavras: dou-te coração sábio e inteligente, de maneira que antes de ti não houve teu igual, nem depois de ti o haverá.    
I Reis 3:13   Também até o que me não pediste eu te dou, tanto riquezas como glória; que não haja teu igual entre os reis, por todos os teus dias.    
I Reis 3:14   Se andares nos meus caminhos e guardares os meus estatutos e os meus mandamentos, como andou Davi, teu pai, prolongarei os teus dias.   
Como devemos orar?
* Orar de acordo com a Palavra de Deus. ( Site em sua oração versículos que falem sobre a sabedoria que Deus nos dá. Ex: Provérbios 2:7   Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade, )
* Orar com humildade no coração, tendo a consciência de que você é totalmente dependente  de Deus. (I Reis 3:7)
* As petições têm de estar alinhadas ao coração de Deus.
(I Reis3:10 e11)  
Quais devem ser as petições?
I Reis 3:9 
    • Entendimento da Sua palavra.
    • Entendimento de que somos totalmente dependentes de Deus.
    • Entendimento para julgar.
    • Discernimento do bem e do mal.
    • Sabedoria para aconselhar.
    • Sabedoria para amar com o amor de Deus e não do mundo.
    • Compreensão.
    • Prudência.
    • Humildade.
Tudo isso irá nos ajudará a ter verdadeiro entendimento.
Qual será a resposta de Deus?
I Reis 3:12 
    • Deus nos dará um coração sábio.
    • Nos dará riquezas e tudo o que precisamos e que não pedimos. Deus vai te mimar e conceder os desejos do teu coração.
    • Vai nos colocar por cabeça onde estivermos.
    • Todos virão até nós para se aconselhar e para aprender a buscar Deus.
    • Todos vão perceber  que você é de Deus.
    • Quando formos ministrar a Palavra, a unção de Deus estará presente.
    • Em todas as situações do seu dia a dia, você terá sucesso.
    • O seu amor por Deus aumentará e o amor de Deus estará em você.
    Quando nos preocupamos primeiro com as coisas de Deus, tudo que precisarmos nos será dado. Devemos perseverar na oração, todos os dias devemos orar a Deus pedindo sabedoria e entendimento. Quanto mais pedirmos mais receberemos e mais precisaremos receber, pois nunca seremos totalmente sábios. Deus vai derramando sabedoria na nossa vida a medida que nos aproximamos mais Dele.
    (Salmo 31:19) "Como é grande a tua bondade, que reservaste aos que te temem, da qual usas, perante os filhos dos homens, para com os que em ti se refugiam!".
    (Salmo 34:10) "...porém aos que buscam o Senhor bem nenhum lhes faltará".
    Vá ao seu lugar secreto com regularidade, e busque-O de todo o seu coração. Eis a resposta que você deve dar para restaurar um casamento, a favor de membros da família não salvos, para toda necessidade de sua vida. As respostas dEle podem não vir da noite para o dia. Contudo, Deus fará a obra no tempo dEle e da maneira dEle. A parte que cabe a você é confiar que Ele é fiel em responder - porque você é Seu filho amado!
 

          

                                         

                                          

22 marzo

Evangelho segundo S. João 18,1-40.19,1-42.

Evangelho segundo S. João 18,1-40.19,1-42.

Tendo dito estas coisas, Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cédron, onde havia um horto, e ali entrou com os seus discípulos. Judas, aquele que o ia entregar, conhecia bem o sítio, porque Jesus se reunia ali frequentemente com os discípulos. Judas, então, guiando o destacamento romano e os guardas ao serviço dos sumos sacerdotes e dos fariseus, munidos de lanternas, archotes e armas, entrou lá. Jesus, sabendo tudo o que lhe ia acontecer, adiantou-se e disse-lhes: «Quem buscais?» Responderam-lhe: «Jesus, o Nazareno.» Disse-lhes Ele: «Sou Eu!» E Judas, aquele que o ia entregar, também estava junto deles. Logo que Jesus lhes disse: 'Sou Eu!', recuaram e caíram por terra. E perguntou-lhes segunda vez: «Quem buscais?» Disseram-lhe: «Jesus, o Nazareno!» Jesus replicou-lhes: «Já vos disse que sou Eu. Se é a mim que buscais, então deixai estes ir embora.» Assim se cumpria o que dissera antes: 'Dos que me deste, não perdi nenhum.' Nessa altura, Simão Pedro, que trazia uma espada, desembainhou-a e arremeteu contra um servo do Sumo Sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O servo chamava-se Malco. Mas Jesus disse a Pedro: «Mete a espada na bainha. Não hei-de beber o cálice de amargura que o Pai me ofereceu?» Então, o destacamento, o comandante e os guardas das autoridades judaicas prenderam Jesus e manietaram-no. E levaram-no primeiro a Anás, porque era sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. Caifás era quem tinha dado aos judeus este conselho: 'Convém que morra um só homem pelo povo'. Entretanto, Simão Pedro e outro discípulo foram seguindo Jesus. Esse outro discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e pôde entrar no seu palácio ao mesmo tempo que Jesus. Mas Pedro ficou à porta, de fora. Saiu, então, o outro discípulo que era conhecido do Sumo Sacerdote, falou com a porteira e levou Pedro para dentro. Disse-lhe a porteira: «Tu não és um dos discípulos desse homem?» Ele respondeu: «Não sou.» Lá dentro estavam os servos e os guardas, de pé, aquecendo-se à volta de um braseiro que tinham acendido, porque fazia frio. Pedro ficou no meio deles, aquecendo-se também. Então, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina. Jesus respondeu-lhe: «Eu tenho falado abertamente ao mundo; sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se reúnem, e não disse nada em segredo. Porque me interrogas? Interroga os que ouviram o que Eu lhes disse. Eles bem sabem do que Eu lhes falei.» Quando Jesus disse isto, um dos guardas ali presente deu-lhe uma bofetada, dizendo: «É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?» Jesus replicou: «Se falei mal, mostra onde está o mal; mas, se falei bem, porque me bates?» Então, Anás mandou-o manietado ao Sumo Sacerdote Caifás. Entretanto, Simão Pedro estava de pé a aquecer-se. Disseram-lhe, então: «Não és tu também um dos seus discípulos?» Ele negou, dizendo: «Não sou.» Mas um dos servos do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha, disse-lhe: «Não te vi eu no horto com Ele?» Pedro negou Jesus de novo; e nesse instante cantou um galo. De Caifás, levaram Jesus à sede do governador romano. Era de manhã cedo e eles não entraram no edifício para não se contaminarem e poderem celebrar a Páscoa. Pilatos veio ter com eles cá fora e perguntou-lhes: «Que acusações apresentais contra este homem?» Responderam-lhe: «Se Ele não fosse um malfeitor, não to entregaríamos.» Retorquiu-lhes Pilatos: «Tomai-o vós e julgai-o segundo a vossa Lei.» «Não nos é permitido dar a morte a ninguém», disseram-lhe os judeus, em cumprimento do que Jesus tinha dito, quando explicou de que espécie de morte havia de morrer. Pilatos entrou de novo no edifício da sede, chamou Jesus e perguntou-lhe: «Tu és rei dos judeus?» Respondeu-lhe Jesus: «Tu perguntas isso por ti mesmo, ou porque outros to disseram de mim?» Pilatos replicou: «Serei eu, porventura, judeu? A tua gente e os sumos sacerdotes é que te entregaram a mim! Que fizeste?» Jesus respondeu: «A minha realeza não é deste mundo; se a minha realeza fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que Eu não fosse entregue às autoridades judaicas; portanto, o meu reino não é de cá.» Disse-lhe Pilatos: «Logo, Tu és rei!» Respondeu-lhe Jesus: «É como dizes: Eu sou rei! Para isto nasci, para isto vim ao mundo: para dar testemunho da Verdade. Todo aquele que vive da Verdade escuta a minha voz.» Pilatos replicou-lhe: «Que é a verdade?» Dito isto, foi ter de novo com os judeus e disse-lhes: «Não vejo nele nenhum crime. Mas é costume eu libertar-vos um preso na Páscoa. Quereis que vos solte o rei dos judeus?» Eles puseram-se de novo a gritar, dizendo: «Esse não, mas sim Barrabás!» Ora Barrabás era um salteador. Então, Pilatos mandou levar Jesus e flagelá-lo. Depois, os soldados entrelaçaram uma coroa de espinhos, cravaram-lha na cabeça e cobriram-no com um manto de púrpura; e, aproximando-se dele, diziam-lhe: «Salve! Ó Rei dos judeus!» E davam-lhe bofetadas. Pilatos saiu de novo e disse-lhes: «Vou trazê-lo cá fora para saberdes que eu não vejo nele nenhuma causa de condenação.» Então, saiu Jesus com a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Disse-lhes Pilatos: «Eis o Homem!» Assim que viram Jesus, os sumos sacerdotes e os seus servidores gritaram: «Crucifica-o! Crucifica-o!» Disse-lhes Pilatos: «Levai-o vós e crucificai-o. Eu não descubro nele nenhum crime.» Os judeus replicaram-lhe: «Nós temos uma Lei e, segundo essa Lei, deve morrer, porque disse ser Filho de Deus.» Quando Pilatos ouviu estas palavras, mais assustado ficou. Voltou a entrar no edifício da sede e perguntou a Jesus: «Donde és Tu?» Mas Jesus não lhe deu resposta. Pilatos disse-lhe, então: «Não me dizes nada? Não sabes que tenho o poder de te libertar e o poder de te crucificar?» Respondeu-lhe Jesus: «Não terias nenhum poder sobre mim, se não te fosse dado do Alto. Por isso, quem me entregou a ti tem maior pecado.» A partir daí, Pilatos procurava libertá-lo, mas os judeus clamavam: «Se libertas este homem, não és amigo de César! Todo aquele que se faz rei declara-se contra César.» Ouvindo estas palavras, Pilatos trouxe Jesus para fora e fê-lo sentar numa tribuna, no lugar chamado Lajedo, ou Gabatá em hebraico. Era o dia da Preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Disse, então, aos judeus: «Aqui está o vosso Rei!» E eles bradaram: «Fora! Fora! Crucifica-o!» Disse-lhes Pilatos: «Então, hei-de crucificar o vosso Rei?» Replicaram os sumos sacerdotes: «Não temos outro rei, senão César.» Então, entregou-o para ser crucificado. E eles tomaram conta de Jesus. Jesus, levando a cruz às costas, saiu para o chamado Lugar da Caveira, que em hebraico se diz Gólgota, onde o crucificaram, e com Ele outros dois, um de cada lado, ficando Jesus no meio. Pilatos redigiu um letreiro e mandou pô-lo sobre a cruz. Dizia: «Jesus Nazareno, Rei dos Judeus.» Este letreiro foi lido por muitos judeus, porque o lugar onde Jesus tinha sido crucificado era perto da cidade e o letreiro estava escrito em hebraico, em latim e em grego. Então, os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: «Não escrevas 'Rei dos Judeus', mas sim: 'Este homem afirmou: Eu sou Rei dos Judeus.'» Pilatos respondeu: «O que escrevi, escrevi.» Os soldados, depois de terem crucificado Jesus, pegaram na roupa dele e fizeram quatro partes, uma para cada soldado, excepto a túnica. A túnica, toda tecida de uma só peça de alto a baixo, não tinha costuras. Então, os soldados disseram uns aos outros: «Não a rasguemos; tiremo-la à sorte, para ver a quem tocará.» Assim se cumpriu a Escritura, que diz: Repartiram entre eles as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. E foi isto o que fizeram os soldados. Junto à cruz de Jesus estavam, de pé, sua mãe e a irmã da sua mãe, Maria, a mulher de Clopas, e Maria Madalena. Então, Jesus, ao ver ali ao pé a sua mãe e o discípulo que Ele amava, disse à mãe: «Mulher, eis o teu filho!» Depois, disse ao discípulo: «Eis a tua mãe!» E, desde aquela hora, o discípulo acolheu-a como sua. Depois disso, Jesus, sabendo que tudo se consumara, para se cumprir totalmente a Escritura, disse: «Tenho sede!» Havia ali uma vasilha cheia de vinagre. Então, ensopando no vinagre uma esponja fixada num ramo de hissopo, chegaram-lha à boca. Quando tomou o vinagre, Jesus disse: «Tudo está consumado.» E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. Como era o dia da Preparação da Páscoa, para evitar que no sábado ficassem os corpos na cruz, porque aquele sábado era um dia muito solene, os judeus pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados. Os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e também ao outro que tinha sido crucificado juntamente. Mas, ao chegarem a Jesus, vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas. Porém, um dos soldados traspassou-lhe o peito com uma lança e logo brotou sangue e água. Aquele que viu estas coisas é que dá testemunho delas e o seu testemunho é verdadeiro. E ele bem sabe que diz a verdade, para vós crerdes também. É que isto aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz: Não se lhe quebrará nenhum osso. E também outro passo da Escritura diz: Hão-de olhar para aquele que trespassaram. Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, mas secretamente por medo das autoridades judaicas, pediu a Pilatos que lhe deixasse levar o corpo de Jesus. E Pilatos permitiu-lho. Veio, pois, e retirou o corpo. Nicodemos, aquele que antes tinha ido ter com Jesus de noite, apareceu também trazendo uma mistura de perto de cem libras de mirra e aloés. Tomaram então o corpo de Jesus e envolveram-no em panos de linho com os perfumes, segundo o costume dos judeus. No sítio em que Ele tinha sido crucificado havia um horto e, no horto, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. Como para os judeus era o dia da Preparação da Páscoa e o túmulo estava perto, foi ali que puseram Jesus. Missionario.Pr.Carneiro Luiz.


15 marzo

Sejamos Imitadores de Nosso Senhor Jesus.

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FOI, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a Betânia, onde estava Lázaro, o que falecera, e a quem ressuscitara dentre os mortos.

 

Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele.

 

Então Maria, tomando um arrátel de ungüento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus, e enxugou-lhe os pés com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do ungüento.

 

Então, um dos seus discípulos, Judas Iscariotes, filho de Simão, o que havia de traí-lo, disse:

 

Por que não se vendeu este ungüento por trezentos dinheiros e não se deu aos pobres?

 

Ora, ele disse isto, não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava.

 

Disse, pois, Jesus: Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto;

 

Porque os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.

 

E muita gente dos judeus soube que ele estava ali; e foram, não só por causa de Jesus, mas também para ver a Lázaro, a quem ressuscitara dentre os mortos.

 

E os principais dos sacerdotes tomaram deliberação para matar também a Lázaro;

 

Porque muitos dos judeus, por causa dele, iam e criam em Jesus.

 

No dia seguinte, ouvindo uma grande multidão, que viera à festa, que Jesus vinha a Jerusalém,

 

Tomaram ramos de palmeiras, e saíram-lhe ao encontro, e clamavam: Hosana! Bendito o Rei de Israel que vem em nome do Senhor.

 

E achou Jesus um jumentinho, e assentou-se sobre ele, como está escrito:

 

Não temas, ó filha de Sião; eis que o teu Rei vem assentado sobre o filho de uma jumenta.

 

Os seus discípulos, porém, não entenderam isto no princípio; mas, quando Jesus foi glorificado, então se lembraram de que isto estava escrito dele, e que isto lhe fizeram.

 

A multidão, pois, que estava com ele quando Lázaro foi chamado da sepultura, testificava que ele o ressuscitara dentre os mortos.

 

Por isso a multidão lhe saiu ao encontro, porque tinham ouvido que ele fizera este sinal.

 

Disseram, pois, os fariseus entre si: Vedes que nada aproveitais? Eis que toda a gente vai após ele.

 

Ora, havia alguns gregos, entre os que tinham subido a adorar no dia da festa.

 

Estes, pois, dirigiram-se a Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e rogaram-lhe, dizendo: Senhor, queríamos ver a Jesus.

 

Filipe foi dizê-lo a André, e então André e Filipe o disseram a Jesus.

 

E Jesus lhes respondeu, dizendo: É chegada a hora em que o Filho do homem há de ser glorificado.

 

Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.

 

Quem ama a sua vida perdê-la-á, e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna.

 

Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.

 

Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora.

 

Pai, glorifica o teu nome. Então veio uma voz do céu que dizia: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei.

 

Ora, a multidão que ali estava, e que a ouvira, dizia que havia sido um trovão. Outros diziam: Um anjo lhe falou.

 

Respondeu Jesus, e disse: Não veio esta voz por amor de mim, mas por amor de vós.

 

Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo.

 

E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim.

 

E dizia isto, significando de que morte havia de morrer.

 

Respondeu-lhe a multidão: Nós temos ouvido da lei, que o Cristo permanece para sempre; e como dizes tu que convém que o Filho do homem seja levantado? Quem é esse Filho do homem?

 

Disse-lhes, pois, Jesus: A luz ainda está convosco por um pouco de tempo. Andai enquanto tendes luz, para que as trevas não vos apanhem; pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai.

 

Enquanto tendes luz, crede na luz, para que sejais filhos da luz. Estas coisas disse Jesus e, retirando-se, escondeu-se deles.

 

E, ainda que tinha feito tantos sinais diante deles, não criam nele;

 

Para que se cumprisse a palavra do profeta Isaías, que diz: SENHOR, quem creu na nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor?

 

Por isso não podiam crer, então Isaías disse outra vez:

 

Cegou-lhes os olhos, e endureceu-lhes o coração, A fim de que não vejam com os olhos, e compreendam no coração, E se convertam, E eu os cure.

 

Isaías disse isto quando viu a sua glória e falou dele.

 

Apesar de tudo, até muitos dos principais creram nele; mas não o confessavam por causa dos fariseus, para não serem expulsos da sinagoga.

 

Porque amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus.

 

E Jesus clamou, e disse: Quem crê em mim, crê, não em mim, mas naquele que me enviou.

 

E quem me vê a mim, vê aquele que me enviou.

 

Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.

 

E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo.

 

Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia.

 

Porque eu não tenho falado de mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei de dizer e sobre o que hei de falar.

 

E sei que o seu mandamento é a vida eterna. Portanto, o que eu falo, falo-o como o Pai mo tem dito.

 

 

 

 

 

 

 

Ninguém pode estragar o seu dia ...
a menos que você permita...

Paulo acompanhava seu amigo Daniel à banca de jornal.
 Chegando lá Daniel cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno, recebeu um tratamento rude e grosseiro.

Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, Daniel sorriu atenciosamente e desejou ao jornaleiro um bom final de semana. Quando os dois amigos desciam pela rua, Paulo perguntou:

- Ele sempre lhe trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente é sempre assim.
- E você é sempre tão atencioso e amável com ele?
- Sim, sou.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão rude com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.

Devemos sempre permanecer de pé perante as dificuldades e não permitir que acabe com a nossa Fé. Não devemos nos curvar diante de qualquer vento que sopra, nem estar à disposição do mau humor, da impaciência e da raiva. Não são os ambientes que nos transformam e sim nós que transformamos os ambientes.
 
...PENSE NISSO E...FAÇA A DIFERENÇA

 

Ningu?pode pour ruiner son jour de voc?ermita... à moins que... Pablo folloied son ami Daniel?anca de périodique. L?aniel d'arrivée il a complimenté l'amavelmente de travailleur de jour, mais, comme retour, a reçu un traitement grossier et brut. Attrapant le périodique qui a été tiré dans son grand, Daniel a souri nous vous prions d'agréer l'expression de nos salutations distinguées et a désiré au travailleur de jour une bonne fin de semaine. Quand les deux amis sont allés chercher vers le bas la rue, Pablo a demandé : - elle traite toujours à elle autant grossièreté ? - oui, unhappyly?empre ainsi. - et voc ? toujours t?atencioso et am?l avec lui ? - oui, je suis. - pourquoi voc ? t?educado, it??rude de j?ue avec le voc ? - puisque n?quero qu'il décide comme je dois agir. Nous devons toujours rester du p?erante les difficultés et au n?permitir qu'il finit avec notre F?N?devemos en les pliant en avant de n'importe quel vent qui souffle, ni au be?isposi ? de la mauvaise humeur, de l'impaci?ia et de la colère. N?s?os entourant cela dans les transforme et oui n?que transformons-nous des environnements... qu'il pense au ceci et... fa ? Le DIFEREN ?

 

Ningu?pode per rovinare il relativo giorno di voc?ermita... a meno che... Pablo folloied il relativo amico Daniel?anca del periodico. L?aniel arrivante ha complimentato il amavelmente del laborer di giorno, ma, come ritorno, ha ricevuto un trattamento rude e di massima. Interferendo il periodico che è stato sparato nel relativo dire, Daniel ha sorriso i nostri distinti saluti ed ha voluto al laborer di giorno una buona conclusione della settimana. Quando i due amici sono andato giù per la via, Pablo ha chiesto: - si occupa sempre ad esso di tanta ruvidezza? - sì, unhappyly?empre così. - e voc? sempre t?atencioso ed am?l con esso? - sì, sono. - perchè voc? t?educado, it??rude del j?ue con voc? - Poiché n?quero che decide come devo comportarsi. Dobbiamo rimanere sempre di p?erante le difficoltà ed a n?permitir che rifinisce con il nostro F?N?devemos avanti nella piegatura loro di tutto il vento che salta, né al be?isposi? dell'umore difettoso, del impaci?ia e della rabbia. N?s?os che circonda quello in li trasforma e sì n?que trasformiamo gli ambienti... che pensa al questo e... fa? Il DIFEREN?

Ningu?pode para arruinar su día del voc?ermita... a menos que... Pablo folloied a su amigo Daniel?anca del periódico. L?aniel que llegaba él felicitó el amavelmente del laborer de día, pero, como vuelta, recibió un tratamiento grosero y grueso. Cogiendo el periódico que fue tirado en su calamitoso, Daniel sonrió sinceramente y deseó al laborer de día buen finales de la semana. Cuando los dos amigos fueron abajo para la calle, Pablo pidió: ¿- trata siempre a ella de tanta tosquedad? - sí, unhappyly?empre así. ¿- y voc? ¿siempre t?atencioso y am?l con él? - sí, soy. ¿- por qué voc? ¿t?educado, j?ue it??grosero con el voc? - porque n?quero a que decide como debo actuar. ¿Debemos seguir siendo siempre de p?erante las dificultades y al n?permitir que acaba con nuestro F?N?devemos en a continuación la flexión de ellos de cualquier viento que sople, ni al be?isposi? del mal humor, del impaci?ia y de la cólera. ¿N?s?os que rodea eso en los transforma y n?que transformamos sí ambientes... que piensa de este y... fa? ¿El DIFEREN?

Ningu?pode, zum seines voc?ermita Tages zu ruinieren..., es sei denn... Pablo folloied seinen Freund Daniel?anca der Zeitschrift. Ankommendes l?aniel beglückwünschte er das Tagelöhner amavelmente, aber, als Rückkehr, empfing eine unhöfliche und grobe Behandlung. Die Zeitschrift verfangend, die in seinem entsetzlichen geschossen wurde, lächelte Daniel Ihr wirklich und wünschte zum Tagelöhner ein gutes Ende der Woche. Als die zwei Freunde unten für die Straße gingen, bat Pablo: - sie beschäftigt immer zu ihr so viel Rauheit? - ja, unhappyly?empre folglich. - und voc? immer t?atencioso und am?l mit ihm? - ja, bin ich. - warum voc? t?educado, j?ue it??rude mit voc? - weil n?quero, das es entscheidet, wie ich fungieren muß. Wir müssen vom p?erante die Schwierigkeiten und zum n?permitir immer bleiben, das es unser F?N?devemos beendet, wenn es voran sie jedes möglichen Winds, der durchbrennt, noch zum be?isposi verbiegt? von der schlechten Stimmung des impaci?ia und des Zornes. N?s?os, das das in umgibt, wandelt sie um und ja n?que wandeln wir Klimas um..., das es an dieses und... Fa denkt? Das DIFEREN?

Toda a criatura dos livings dos seres deve ser virtuous e gentile porque estes virtues satisfazem nosso pai celestial.

Toute la créature de livings d'êtres doit être vertueuse et gentille parce que ces vertus satisfont notre père céleste.

 

Toda la criatura de los livings de los seres debe ser virtuosa y gentile porque estas virtudes satisfacen a nuestro padre celestial.

 Tutta la creatura di livings degli esseri deve essere virtuosa e gentile perché queste virtù soddisfano il nostro padre celeste

Das ganzes Wesen livings Geschöpf muß rechtschaffen und gentile sein, weil diese Tugenden unserem himmlischen Vater gefallen.

N?da Community Light of Jesus we stimulate to all to relieve to the Teachings of NossoSenhor Jesus

Lumière de la Communauté de N?da de Jésus que nous stimulons à tous pour soulager aux enseignements de NossoSenhor Jésus


 

All the Beings livings creature must be virtuous and gentile because these virtues please our Celestial Father.

 

 

 

 

 

 

Ningu?pode to ruin its voc?ermita day... unless... Pablo folloied its friend Daniel?anca of periodical. Arriving l?aniel he complimented the day laborer amavelmente, but, as return, received a treatment rude and coarse. Catching the periodical that was shot in its dire, Daniel smiled yours truly and desired to the day laborer a good end of week. When the two friends went down for the street, Pablo asked: - It always deals to it with as much coarseness? - Yes, unhappyly?empre thus. - and voc? always t?atencioso and am?l with it? - Yes, I am. - Why voc? t?educado, j?ue it??rude with voc? - Because n?quero that it decides as I must act. We must always remain of p?erante the difficulties and to n?permitir that it finishes with our F?N?devemos in ahead bending them of any wind that blows, nor to be?isposi? of the bad mood, of the impaci?ia and the anger. N?s?os surrounding that into transforms them and yes n?que we transform environments. ... it thinks About this and... fa? The DIFEREN?

 

Sejamos Iluminadores do Mundo

Um homem cego foi encontrado em uma esquina da cidade,
sentado ao lado de uma lanterna. Quando lhe perguntaram a
razão pela qual trazia uma lanterna, visto que para ele a
escuridão ou a claridade eram a mesma coisa, ele respondeu:
"Eu a mantenho ao meu lado para que, no escuro, ninguém
tropece e caia sobre mim."

Será que nós, cristãos, temos tido o cuidado de cumprir o
nosso papel de "luz do mundo", para que ninguém tropece e
caia por nossa causa?

A blind man was found in a esquina of the city, seated to the side of a lantern. When they had asked raz?pela which to it brought a lantern, since for it the clarity escurid?ou was the same thing, it answered: "I keep it to my side so that, in the dark one, ningu? he stumbles and he falls on me." Ser?ue n? crist, we have had the care to fulfill our paper of "light of the world", so that ningu?tropece and falls for our cause? Let us be Illuminant of the World and Let us be awarded


 

Un homme aveugle a été trouvé dans un esquina de la ville, posé au côté d'une lanterne. Quand ils ont eu demandé le raz?pela ce qui à lui a apporté une lanterne, puisque pour lui l'escurid?ou de clarté était la même chose, il a répondu : "je le garde à mon côté de sorte que, dans le foncé, ningu ? il trébuche et il tombe sur moi." Ser?ue n ? crist, nous avons eu le soin pour accomplir notre papier de la "lumière du monde", de sorte que ningu?tropece et chutes pour notre cause ? Soyons illuminant du monde et soyons attribués

Encontraron a un hombre oculto en un esquina de la ciudad, asentado al lado de una linterna. Cuando tenían preguntado raz?pela cuáles a él trajeron una linterna, puesto que para él el escurid?ou de la claridad era la misma cosa, contestó: ¿"lo guardo a mi lado de modo que, en el oscuro, ningu? él tropieza y él se cae en mí." ¿Ser?ue n? ¿crist, hemos tenido el cuidado para satisfacer nuestro papel de la "luz del mundo", de modo que ningu?tropece y las caídas para nuestra causa? Seamos iluminador del mundo y seamos concedido

Un uomo cieco è stato trovato in un esquina della città, messo al lato di una lanterna. Quando hanno avuti chiesto a raz?pela quale ad esso hanno portato una lanterna, poiché per esso il escurid?ou di chiarezza era la stessa cosa, ha risposto a: "lo mantengo al mio lato in modo che, in quello scuro, ningu? inciampa e cade su me." Ser?ue n? crist, abbiamo avuti la cura per compiere la nostra carta "di luce del mondo", di modo che ningu?tropece e cadute per la nostra causa? Siamo sostanza illuminante del mondo e riceviamo

Ein blinder Mann wurde in einem esquina der Stadt gefunden, gesetzt zur Seite einer Laterne. Als sie raz?pela gefragt hatten, welches zu ihm eine Laterne holte, da für es das Klarheit escurid?ou die gleiche Sache war, antwortete es: "ich halte es zu meiner Seite damit, im dunklen, ningu? er stolpert und er fällt auf mich." Ser?ue n? crist, haben wir die Obacht gehabt, zum unseres Papiers "des Lichtes der Welt" zu erfüllen, damit ningu?tropece und Fälle für unsere Ursache? Lassen Sie uns Leuchtkörper der Welt sein und lassen Sie uns zugesprochen werden

A FÉ

A FÉ

Cada dia, Senhor, surgem oportunidades pra provar que Tu és uma fonte inesgotável, de poder ilimitado, eficaz e acionado pela minha fé...

Vejo que as minhas orações são sempre ouvidas.

Uma a uma e ao Seu tempo, são sempre

respondidas...

E é por isso, que posso confiar!!!

Que a porta que o Senhor vier abrir para mim, ninguém poderá fechar.

Tu és o Deus que opera quando

 o homem diz:

"Não dá".

E abre um caminho onde solução:

"Não há."

És o Deus que tem cura para todo o mal.

Mesmo aquele que a ciência não pode curar.

Se algum problema se levantar e tentar me parar, declaro a Tua palavra e o monte é lançado ao mar.

Eu confio em Ti, não temo e não vou me abalar.

Mesmo que a morte venha me encarar.

Pois o Teu poder e Tua graça me faz ver que sou muito mais que vencedora(o).

E quando a lua se esconder...

é porque o sol está para nascer...

E ao nascer o sol, vejo que o Senhor não está do meu lado.

E sim me carregando no colo.

Obrigada Senhor Deus!!!

Por não me abandonar e fazer parte da minha vida.

Obrigada, ainda mais, por estar cuidando dessa pessoa que lê esta mensagem e por mostrar a ela, que ela está no Teu colo nesse momento.

The F? Each day, Gentleman, appear chances pra to prove that You?uma source inesgot?l, of being able limitless, efficient and set in motion for my f. I see that mine ora?s s?sempre heard. One to one and Its time, s?sempre answered... ?or E this, that I can trust! That the door that to come to open you for me, to ningu?poder?echar. You?o Gods who operate when the man says: "N?d? E opens a way where solu: "N?h? the God who has cure for the evil all. Exactly that one that the ci?ia n?pode to cure. If some problem if to raise and to try to stop, I declare me Your word and the mount?an?o to the sea. I trust You, n?temo and I n?vou to shake me. Exactly that the death comes to face me. Therefore Your power and Yours gra?me makes to see that I am much more that vencedora(o). E when the moon if to hide... ?orque the sun est?ara to be born... E to the rising the sun, I see that Mr. n?est?o my side. E yes loading me in the col. Obliged Mr. Deus! For n?me to abandon and to be part of my life. Debtor, still more, for being taking care of of this person whom l?sta message and for showing it, who it est?o Your col at this moment.

 

Le F ? Chaque jour, monsieur, semblent pra de chances montrer qu'inesgot?l de source de You?uma, d'être sans limites, efficace et mis capables en marche pour mon f. Je vois que le s?sempre d'ora?s de mine a entendu. Un à un et son temps, le s?sempre a répondu... au ?or E ceci, au lequel je peux faire confiance ! Que la porte qui à venir pour vous ouvrir pour moi, à ningu?poder?echar. Dieux de You?o qui opèrent quand l'homme dit : "N?d ? E ouvre une manière où solu : "N?h ? Dieu qui a le traitement pour le mal tout. Exactement celui-là ce le n?pode de ci?ia à traiter. Si un certain problème si pour augmenter et essayer de s'arrêter, je me déclare votre mot et le mount?an?o à la mer. Je fais confiance à vous, au n?temo et au n?vou de I pour me secouer. Exactement que la mort vient pour se poser à moi. Par conséquent votre puissance et vôtre marques de gra?me de voir que je suis beaucoup plus qui vencedora(o). E quand la lune si pour cacher... le ?orque l'est?ara du soleil à soutenir... E à se lever le soleil, je vois ce M. n?est?o mon côté. E me chargeant oui dans la colonne. M. Obligé Deus ! Pour le n?me à abandonner et faire partie de ma vie. Débiteur, encore plus, pour prendre à soin de de cette personne que message de l?sta et pour le montrer, qui il est?o votre colonne à ce moment.

¿La F? Cada día, caballero, aparece pra de las ocasiones probar que inesgot?l de la fuente de You?uma, de ser ilimitado, eficiente y fijado capaces en el movimiento para mi f. Veo que el s?sempre de los ora?s de la mina oyó. ¡Uno a uno y su tiempo, el s?sempre contestó... al?or E el, que puedo confiar en! Que la puerta que a venir abrirle para mí, en ningu?poder?echar. Dioses de You?o que funcionan cuando el hombre dice: ¿"N?d? E abre una manera donde solu: ¿"N?h? el dios que tiene curación para el mal toda. Exactamente aquél ese el n?pode del ci?ia a curar. Si un cierto problema si para levantar y para intentar parar, me declaro su palabra y el mount?an?o al mar. Confío en le, n?temo y n?vou de I para sacudarirme. Exactamente que la muerte viene hacerme frente. Por lo tanto su energía y la tuya marcas del gra?me de ver que soy mucho más que vencedora(o). E cuando la luna si ocultar... el?orque el est?ara del sol que se llevará... E al levantamiento el sol, veo a ese Sr. n?est?o mi lado. E que me carga sí en la columna. ¡Sr. Obligado Deus! Para el n?me a abandonar y a ser parte de mi vida. Deudor, aún más, para tomar a cuidado de esta persona que mensaje del l?sta y para demostrarlo, que él est?o su columna en este momento.

La F? Ogni giorno, signore, sembra pra di probabilità dimostrare che inesgot?l di fonte di You?uma, di essere illimitato, efficiente e regolato in grado nel movimento per la mia f. Vedo che lo s?sempre dei ora?s della miniera si è sentito. Uno - uno ed il relativo tempo, lo s?sempre ha risposto... al?or E questo, di che posso fidarsi! Che il portello che da venire aprirli per me, a ningu?poder?echar. Dii di You?o che funzionano quando l'uomo dice: "N?d? La E apre un senso dove solu: "N?h? il dio che ha cura per la malvagità tutta. Esattamente quell'quel il n?pode di ci?ia da curare. Se un certo problema se per alzarsi e provare a arrestarsi, lo dichiaro la vostra parola ed il mount?an?o al mare. Mi fido di voi, del n?temo e del n?vou di I per agitarlo. Esattamente che la morte viene porrmi. Di conseguenza la vostra alimentazione e la vostra marche del gra?me vedere che sono molto più che vencedora(o). E quando la luna se nascondere...?orque il est?ara del sole da sopportare... E ad aumentare il sole, vedo quel sig. n?est?o il mio lato. E sì che lo carica nella colonna. Sig. Obbligato Deus! Per n?me da abbandonare e fare parte della mia vita. Debitore, ancora più, per la presa a cura di questa persona quale messaggio di l?sta e per mostrarlo, che esso est?o la vostra colonna a questo momento.

Das F? Jeder Tag, Herr, scheinen Wahrscheinlichkeiten pra, zu prüfen daß You?uma Quellinesgot?l, des Seins fähiges grenzenloses, leistungsfähig und eingestellt in Bewegung für mein f. Ich sehe, daß Grube ora?s s?sempre hörte. Ein bis eins und seine Zeit, beantwortete s?sempre...?or E dieses, dem ich vertrauen kann! Daß die Tür die zum zu kommen, Sie für mich, zu ningu?poder?echar zu öffnen. You?o Götter, die funktionieren, wenn der Mann sagt: "N?d? E öffnet eine Weise, wo solu: "N?h? der Gott, der Heilung für das Übel alle hat. Genau dieses dieses das zu kurieren ci?ia n?pode. Wenn irgendein Problem, wenn, um anzuheben und zu versuchen zu stoppen, ich mich Ihr Wort und das mount?an?o zum Meer erkläre. Ich vertraue Ihnen, n?temo und I n?vou, um mich zu rütteln. Genau, daß der Tod kommt, mich gegenüberzustellen. Folglich Ihre Energie und Ihre gra?me Marken, zu sehen, daß ich viel mehr bin, das vencedora(o). E, wenn der Mond, wenn...?orque verstecken das getragen zu werden Sonne est?ara... E zu steigen die Sonne, sehe ich diesen Herrn n?est?o meine Seite. E, das ja mich in der Spalte lädt. Verbundener Herr Deus! Für ein Teil meines Lebens zu verlassen und zu sein das n?me. Schuldner, noch mehr, für das Nehmen Obacht dieser Person die l?sta Anzeige und für das Zeigen sie, die es est?o Ihre Spalte an diesem Moment.
COMUNIDADE.LUZDEJESUS, a MINISTERIO THAT VISSA TO GIVE LIGHT to the WORLD.
COMUNIDADE.LUZDEJESUS, un MINISTERIO CE VISSA POUR DONNER LA LUMIÈRE au MONDE.
COMUNIDADE.LUZDEJESUS, un MINISTERIO ESE VISSA PARA DAR LA LUZ al MUNDO.
COMUNIDADE.LUZDEJESUS, ein MINISTERIO DIESES VISSA, ZUM DES LICHTES zur WELT ZU GEBEN
COMUNIDADE.LUZDEJESUS, un MINISTERIO QUEL VISSA PER DARE LUCE al MONDO.

Evangile de Jésus-Christ selon saint Matthieu 1,16.18-21.24.

Evangile de Jésus-Christ selon saint Jean 10,31-42.

Les Juifs allèrent de nouveau chercher des pierres pour lapider Jésus.
Celui-ci prit la parole : « J'ai multiplié sous vos yeux les oeuvres bonnes de la part du Père. Pour laquelle voulez-vous me lapider ? »
Les Juifs lui répondirent : « Ce n'est pas pour une oeuvre bonne que nous voulons te lapider, c'est parce que tu blasphèmes : tu n'es qu'un homme, et tu prétends être Dieu. »
Jésus leur répliqua : « Il est écrit dans votre Loi : J'ai dit : Vous êtes des dieux.
Donc, ceux à qui la parole de Dieu s'adressait, la Loi les appelle des dieux ; et l'Écriture ne peut pas être abolie.
Or, celui que le Père a consacré et envoyé dans le monde, vous lui dites : 'Tu blasphèmes', parce que j'ai dit : Je suis le Fils de Dieu.
Si je n'accomplis pas les oeuvres de mon Père, continuez à ne pas me croire.
Mais si je les accomplis, quand bien même vous refuseriez de me croire, croyez les oeuvres. Ainsi vous reconnaîtrez, et de plus en plus, que le Père est en moi, et moi dans le Père. »
Les Juifs cherchaient de nouveau à l'arrêter, mais il leur échappa.
Il repartit pour la Transjordanie, à l'endroit où Jean avait commencé à baptiser. Et il y demeura.
Beaucoup vinrent à lui en déclarant : « Jean n'a pas accompli de signe ; mais tout ce qu'il a dit au sujet de celui-ci était vrai. »
Et à cet endroit beaucoup crurent en lui.

Evangile de Jésus-Christ selon saint Matthieu 1,16.18-21.24.

Jacob engendra Joseph, l'époux de Marie,de laquelle fut engendré Jésus,que l'on appelle Christ (ou Messie).
Voici quelle fut l'origine de Jésus Christ.Marie, la mère de Jésus, avait été accordée en mariage à Joseph ; or, avant qu'ils aient habité ensemble, elle fut enceinte par l'action de l'Esprit Saint.
Joseph, son époux, qui était un homme juste, ne voulait pas la dénoncer publiquement ; il décida de la répudier en secret.
Il avait formé ce projet, lorsque l'ange du Seigneur lui apparut en songe et lui dit : « Joseph, fils de David, ne crains pas de prendre chez toi Marie, ton épouse : l'enfant qui est engendré en elle vient de l'Esprit Saint ;
elle mettra au monde un fils, auquel tu donneras le nom de Jésus (c'est-à-dire : Le-Seigneur-sauve), car c'est lui qui sauvera son peuple de ses péchés. »
Quand Joseph se réveilla, il fit ce que l'ange du Seigneur lui avait prescrit : il prit chez lui son épouse

Evangelio según San Mateo 1,16.18-21.24.

Jacob fue padre de José, el esposo de María, de la cual nació Jesús, que es llamado Cristo.
Este fue el origen de Jesucristo: María, su madre, estaba comprometida con José y, cuando todavía no habían vivido juntos, concibió un hijo por obra del Espíritu Santo.
José, su esposo, que era un hombre justo y no quería denunciarla públicamente, resolvió abandonarla en secreto.
Mientras pensaba en esto, el Angel del Señor se le apareció en sueños y le dijo: "José, hijo de David, no temas recibir a María, tu esposa, porque lo que ha sido engendrado en ella proviene del Espíritu Santo.
Ella dará a luz un hijo, a quien pondrás el nombre de Jesús, porque él salvará a su Pueblo de todos sus pecados".
Al despertar, José hizo lo que el Angel del Señor le había ordenado: llevó a María a su casa,

Holy Gospel of Jesus Christ according to Saint Matthew 1,16.18-21.24.

Jacob the father of Joseph, the husband of Mary. Of her was born Jesus who is called the Messiah.
Now this is how the birth of Jesus Christ came about. When his mother Mary was betrothed to Joseph, but before they lived together, she was found with child through the holy Spirit.
Joseph her husband, since he was a righteous man, yet unwilling to expose her to shame, decided to divorce her quietly.
Such was his intention when, behold, the angel of the Lord appeared to him in a dream and said, "Joseph, son of David, do not be afraid to take Mary your wife into your home. For it is through the holy Spirit that this child has been conceived in her.
She will bear a son and you are to name him Jesus, because he will save his people from their sins."
When Joseph awoke, he did as the angel of the Lord had commanded him and took his wife into his home.

Evangelium nach Matthäus 1,16.18-21.24.

Jakob war der Vater von Josef, dem Mann Marias; von ihr wurde Jesus geboren, der der Christus (der Messias) genannt wird.
Mit der Geburt Jesu Christi war es so: Maria, seine Mutter, war mit Josef verlobt; noch bevor sie zusammengekommen waren, zeigte sich, daß sie ein Kind erwartete - durch das Wirken des Heiligen Geistes.
Josef, ihr Mann, der gerecht war und sie nicht bloßstellen wollte, beschloß, sich in aller Stille von ihr zu trennen.
Während er noch darüber nachdachte, erschien ihm ein Engel des Herrn im Traum und sagte: Josef, Sohn Davids, fürchte dich nicht, Maria als deine Frau zu dir zu nehmen; denn das Kind, das sie erwartet, ist vom Heiligen Geist.
Sie wird einen Sohn gebären; ihm sollst du den Namen Jesus geben; denn er wird sein Volk von seinen Sünden erlösen.
Als Josef erwachte, tat er, was der Engel des Herrn ihm befohlen hatte, und nahm seine Frau zu sich.

Seigneur, vers qui irions-nous ? Tu as les paroles de la vie éternelle. Jn 6, 68 Missionario.Pr.Carneiro Luiz.

Comunidade.luzdejesus.

 


 

 

11 marzo

No somos dueños sino administradores de los bienes que Dios ha puesto en nuestras manos.

MÉXICO D.F., 10 Mar. 08 (ACI).-El Arzobispo de México, Cardenal Norberto Rivera Carrera, señaló que "la limosna nos ayuda a desenmascarar la idolatría al dinero" y "nos recuerda que solo somos administradores y no propietarios de los bienes".

En su homilía dominical, el Purpurado indicó que el dar limosna "nos educa en la humildad al no practicarse de manera arrogante y exhibicionista", además "nos purifica y nos abre a Dios; nos hace avanzar en generosidad y caridad y su práctica auténtica nos hace amigos de los pobres, como signo de que la vida nueva de Cristo nos ha sido dada y se nos dará más en abundancia".

"Los pobres, para nosotros cristianos discípulos de Jesús, no pueden ser solo cifras, o diagnósticos, por más duros o alarmantes o necesarios que pudieran ser", aseveró el Cardenal Rivera y exhortó a los feligreses a acoger el llamado del Papa Benedicto XVI a "convertirnos a Dios convirtiéndonos a los pobres y rehabilitando el sentido de la limosna".

Tras recordar que el quinto domingo de cuaresma es el domingo de la caridad, el Arzobispo de México afirmó que "es necesaria una actitud de conversión hacia los pobres que se manifieste en opciones y gestos concretos", de otro modo "nuestra opción por los pobres corre el riesgo de quedarse en un plano teórico o meramente emotivo".

"Se nos pide, por tanto, dedicar tiempo a los pobres, prestarles atención amable, escucharlos con interés, eligiéndolos como amigos con los que podemos compartir horas, semanas o años de nuestra vida, y buscando, con ellos, la transformación de su situación", acotó el Purpurado.

En otro momento el Cardenal Rivera afirmó la Iglesia hace concreta su opción por los pobres a través de Caritas y añadió que "en su sentido más cristiano y 'bautismal', Caritas somos todos" pues "todos somos Iglesia samaritana y servidora de los pobres".

"Que nuestra colaboración con Caritas, a través de nuestra limosna, sea también la expresión hoy, de nuestra conversión cuaresmal y de nuestro camino hacia la Pascua", concluyó.Missionario.Pr.Carneiro Luiz.

No somos dueños sino administradores de los bienes que Dios ha puesto en nuestras manos. Dios desea que esos bienes ayuden también a otros.

 

EL REY QUE PEDÍA LIMOSNA

 

 

Caminaba un mendigo por un camino pedregoso, descalzo, harapiento, con su alforja al hombro. Traía el alma muy triste, los ojos bajos, hundidos, maldecía su suerte. De pronto sintió a sus espaldas el galope de unos caballos que tiraban de una carroza, y la carroza se detuvo frente a él, se abrió la puerta, y el Rey que iba en ella sentado le dijo: "Buen hombre no se aparte usted de este camino, porque una de estos días volveré a pasar por aquí y le voy a dar una limosna muy grande; dejará de ser pobre para siempre". Los caballos volvieron a echarse al galope y la carroza se perdió en el polvo del camino. El mendigo tardó unos minutos en reponerse de su asombro.

Se restregó los ojos y se puso a soñar. "Dejaré de ser mendigo, zapatos nuevos, vestido limpio, abundante comida, no volveré a transitar por estos caminos de miseria". El mendigo no se separaba de aquella senda. Pasaron varios días, parecía que todo iba a resultar cuento de hadas, pero una tarde oyó a lo lejos el galope de unos caballos, que se fueron acercando, ¿Será el Rey?

La carroza se detuvo nuevamente al lado del mendigo, abrió el Rey la puerta de su carruaje suavemente, y se quedó mirando al mendigo que con la mano abierta le decía: "¿Qué me vais a dar, Majestad?". El Rey lentamente le alargó la mano vacía diciéndole: "Mejor dame tu a mi una limosna, el Rey te pide una limosna, mendigo" Se quedó confuso el pordiosero, se enojó tanto que quiso volverle la espalda y retirarse. Pero pensó que algo le dolería más que eso. Le dijo: "Le daré a su Majestad la limosna que pide". Metió la mano en la alforja en la que había cinco kilos de granos de trigo y después de rebuscar un buen rato escogió el grano mas pequeño y lo puso en la mano del Rey; "Muchas gracias, mendigo, gracias por tu limosna" cerró la puerta y arrancaron al galope los caballos.

El pordiosero rabioso maldecía al Rey por haberlo ofendido, se había burlado de su pobreza. Llegó ya de noche a su choza y vació su alforja. Había en ella unos pedazos de pan duro, unas papas y aquellos cinco kilos de granos de trigo. De repente vió algo que brillaba en el fondo de la alforja. Parecía oro. "Tengo fiebre he soñado con el oro y me parece verlo, no puede ser", pensó; pero era oro. "¿Quién me lo habrá dado?" Se puso a repasar sus andanzas; "En aquella casa, me dieron con la puerta en la cara, aquella señora me dió los pedazos de pan duro, y aquel labrador me dio el trigo." De pronto pasó por su imaginación la escena de la carroza, del Rey y del grano de trigo que dejó en su mano, y todo lo entendió en un momento. "Yo te di un grano de trigo y tú lo convertiste en un grano de oro. ¿Porqué no te di todos los granos de trigo?, ahora serian granos de oro, cinco kilos de oro, y hubiera dejado de ser pobre para siempre, pero, "mi avaricia me perdió" y seguiré siendo un pobre toda la vida".

Por nuestra vida pasa disfrazado un Rey que nos pide una limosna, solemos darle como el mendigo un granito, unas migajas, lo que nos sobra y El agradece y sigue su camino. Al final de la vida, al vaciar nuestra alforja de peregrinos de este mundo, veremos que en el fondo de ella algo que brilla más que el oro, la pequeña limosna que le dimos a Dios. Ojalá no tengamos que decir como el mendigo: " Mi avaricia me perdió" ¿por qué no le di todos los granos?.

 

 

Es mejor dar que recibir. Pocos lo creen, pero esos pocos saben que es verdad. El ciento por uno del que hablaba Jesús no es un cuento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

10 marzo

Evangelho Diariio

thumbnailLivro de Salmos 130(129),1-2.3-4.5-6.7-8.

Do fundo do abismo clamo a ti, SENHOR!
Senhor, ouve a minha prece! Estejam teus ouvidos atentos à voz da minha súplica!
Se tiveres em conta os nossos pecados, Senhor, quem poderá resistir?
Mas em ti encontramos o perdão; por isso te fazes respeitar.
Eu espero no SENHOR! Sim, espero! A minha alma confia na sua palavra.
minha alma volta-se para o Senhor, mais do que a sentinela para a aurora. Mais do que a sentinela espera pela aurora,
Israel espera pelo SENHOR; porque nele há misericórdia e com Ele é abundante a redenção.
Ele há-de livrar Israel de todos os seus pecados.


Carta aos Romanos 8,8-11.

Os que vivem sob o domínio da carne são incapazes de agradar a Deus. Ora vós não estais sob o domínio da carne, mas sob o domínio do Espírito, pressupondo que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse não lhe pertence. Se Cristo está em vós, o vosso corpo está morto por causa do pecado, mas o Espírito é a vossa vida por causa da justiça. E se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus de entre os mortos habita em vós, Ele, que ressuscitou Cristo de entre os mortos, também dará vida aos vossos corpos mortais, por meio do seu Espírito que habita em vós.

Evangelho segundo S. João 11,1-45.

Estava doente um homem chamado Lázaro, de Betânia, terra de Maria e de Marta, sua irmã. Maria, cujo irmão, Lázaro, tinha caído doente, era aquela que ungiu os pés do Senhor com perfume e lhos enxugou com os seus cabelos. Então, as irmãs enviaram a Jesus este recado: «Senhor, aquele que amas está doente.» Ouvindo isto, Jesus disse: «Esta doença não é de morte, mas sim para a glória de Deus, manifestando-se por ela a glória do Filho de Deus.» Jesus era muito amigo de Marta, da sua irmã e de Lázaro. Mas, quando recebeu a notícia de que este estava doente, ainda se demorou dois dias no lugar onde se encontrava. Só depois é que disse aos discípulos: «Vamos outra vez para a Judeia.» Disseram-lhe os discípulos: «Rabi, há pouco os judeus procuravam apedrejar-te, e Tu queres ir outra vez para lá?» Jesus respondeu: «Não tem doze horas o dia? Se alguém anda de dia, não tropeça, porque tem a luz deste mundo. Mas, se andar de noite, tropeça, porque não tem a luz com ele.» Depois de ter pronunciado estas palavras, acrescentou: «O nosso amigo Lázaro está a dormir, mas Eu vou lá acordá-lo.» Os discípulos disseram então: «Senhor, se ele dorme, vai curar-se!» Mas Jesus tinha falado da sua morte, ao passo que eles julgavam que falava do sono natural. Então, Jesus disse-lhes claramente: «Lázaro morreu; e Eu, por amor de vós, estou contente por não ter estado lá, para assim poderdes crer. Mas vamos ter com ele.» Tomé, chamado Gémeo, disse aos companheiros: «Vamos nós também, para morrermos com Ele.» Ao chegar, Jesus encontrou-o sepultado havia quatro dias. Betânia ficava perto de Jerusalém, a quase uma légua, e muitos judeus tinham ido visitar Marta e Maria para lhes darem os pêsames pelo seu irmão. Logo que Marta ouviu dizer que Jesus estava a chegar, saiu a recebê-lo, enquanto Maria ficou sentada em casa. Marta disse, então, a Jesus: «Senhor, se Tu cá estivesses, o meu irmão não teria morrido. Mas, ainda agora, eu sei que tudo o que pedires a Deus, Ele to concederá.» Disse-lhe Jesus: «Teu irmão ressuscitará.» Marta respondeu-lhe: «Eu sei que ele há-de ressuscitar na ressurreição do último dia.» Disse-lhe Jesus: «Eu sou a Ressurreição e a Vida. Quem crê em mim, mesmo que tenha morrido, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim não morrerá para sempre. Crês nisto?» Ela respondeu-lhe: «Sim, ó Senhor; eu creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus que havia de vir ao mundo.» Dito isto, voltou a casa e foi chamar sua irmã, Maria, dizendo-lhe em voz baixa: «Está cá o Mestre e chama por ti.» Assim que ela ouviu isto, levantou-se rapidamente e foi ter com Ele. Jesus ainda não tinha entrado na aldeia, mas permanecia no lugar onde Marta lhe viera ao encontro. Então, os judeus que estavam com Maria, em casa, para lhe darem os pêsames, ao verem-na levantar-se e sair à pressa, seguiram-na, pensando que se dirigia ao túmulo para aí chorar. Quando Maria chegou ao sítio onde estava Jesus, mal o viu caiu-lhe aos pés e disse-lhe: «Senhor, se Tu cá estivesses, o meu irmão não teria morrido.» Ao vê-la a chorar e os judeus que a acompanhavam a chorar também, Jesus suspirou profundamente e comoveu-se. Depois, perguntou: «Onde o pusestes?» Responderam-lhe: «Senhor, vem e verás.» Então Jesus começou a chorar. Diziam os judeus: «Vede como era seu amigo!» Mas alguns deles murmuravam: «Então, este que deu a vista ao cego não podia também ter feito com que Lázaro não morresse?» Jesus, suspirando de novo intimamente, foi até ao túmulo. Era uma gruta fechada com uma pedra. Disse Jesus: «Tirai a pedra.» Marta, a irmã do defunto, disse-lhe: «Senhor, já cheira mal, pois já é o quarto dia.» Jesus replicou-lhe: «Eu não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?» Quando tiraram a pedra, Jesus, erguendo os olhos ao céu, disse: «Pai, dou-te graças por me teres atendido. Eu já sabia que sempre me atendes, mas Eu disse isto por causa da gente que me rodeia, para que venham a crer que Tu me enviaste.» Dito isto, bradou com voz forte: «Lázaro, vem cá para fora!» O que estava morto saiu de mãos e pés atados com ligaduras e o rosto envolvido num sudário. Jesus disse-lhes: «Desligai-o e deixai-o andar.» Então, muitos dos judeus que tinham vindo a casa de Maria, ao verem o que Jesus fez, creram nele. Comunidade.Luzdejesus.

08 marzo

Nova Mensagem

O Amor de Deus.

Nada nos pode separar do amor de Deus. A Bíblia diz em Romanos 8:38-39 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”
O amor de Deus é um amor de sacrifício. A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
O amor de Deus dura para sempre. A Bíblia diz em Salmos 136:1 “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.”
Como a Bíblia descreve o amor? A Bíblia diz em 1 Coríntios 13:4-7 “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
A Bíblia diz que devemos amar-nos uns aos outros. A Bíblia diz em 1 João 2:7-8 “Amados, não vos escrevo mandamento novo, mas um mandamento antigo, que tendes desde o princípio. Este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, de vos ameis uns aos outros, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz.
O amor não é só para amigos. A Bíblia diz em Mateus 5:43, 44 “Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem.”
O amor é o resumo da lei de Deus. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
Podemos mostrar o nosso amor a Deus guardando os Seus mandamentos. A Bíblia diz em 1 João 5:3 “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos.”
Não deixe que o seu amor por Deus se enfraqueça. A Bíblia diz em Apocalipse 2:4-5 “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres.”

Nova Mensagem

Comunidade.Luzdejesus.ShowLetter 

Trabalhas sem alegria para um mundo caduco,
onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo.
Praticas laboriosamente os gestos universais,
sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.
Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas,
e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção.
À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze
ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.
Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra
e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer.
Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina
e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.
Caminhas entre mortos e com eles conversas
sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito.
A literatura estragou tuas melhores horas de amor.
Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.
Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota
e adiar para outro século a felicidade coletiva.
Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição
porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.Comunidade.luzdejesus.Missionario Pr.Carneiro Luiz.

Evangile de Jésus-Christ selon saint Jean 7,40-53.

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Les lectures du jour


Comunidade.Luzdejesus.Missionario.PR.Carneiro.Luiz.

Evangile de Jésus-Christ selon saint Jean 7,40-53.
Dans la foule, on avait entendu ses paroles, et les uns disaient : « C'est vraiment lui, le grand Prophète ! »
D'autres disaient : « C'est lui le Messie ! » Mais d'autres encore demandaient : « Est-ce que le Messie peut venir de Galilée ?
L'Écriture dit pourtant qu'il doit venir de la descendance de David et de Bethléem, le village où habitait David ! »
C'est ainsi que la foule se divisa à son sujet.
Quelques-uns d'entre eux voulaient l'arrêter, mais personne ne mit la main sur lui.
Voyant revenir les gardes qu'ils avaient envoyés arrêter Jésus, les chefs des prêtres et les pharisiens leur demandèrent : « Pourquoi ne l'avez-vous pas ramené ? »
Les gardes répondirent : « Jamais un homme n'a parlé comme cet homme ! »
Les pharisiens leur répliquèrent : « Alors, vous aussi, vous vous êtes laissé égarer ?
Parmi les chefs du peuple et les pharisiens, y en a-t-il un seul qui ait cru en lui ?
Quant à cette foule qui ne sait rien de la Loi, ce sont des maudits ! »
Parmi les pharisiens, il y avait Nicodème, qui était allé précédemment trouver Jésus ; il leur dit :
« Est-ce que notre Loi permet de condamner un homme sans l'entendre d'abord pour savoir ce qu'il a fait ? »
Ils lui répondirent : « Alors, toi aussi, tu es de Galilée ? Cherche bien, et tu verras que jamais aucun prophète ne surgit de Galilée ! »
Puis ils rentrèrent chacun chez soi.

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EVANGELHO QUOTIDIANO

Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68

Sabado, dia 08 de Março de 2008

Comunidade.Luzdejesus.Missionario.Pr.Carneiro Luiz.
Livro de Jeremias 11,18-20.
O Senhor instruiu-me e eu entendi. E então vi com clareza o seu proceder para comigo. E eu, como manso cordeiro conduzido ao matadouro, ignorava as maquinações tramadas contra mim, dizendo: «Destruamos a árvore no seu vigor; arranquemo-la da terra dos vivos, que o seu nome caia no esquecimento.» Mas o Senhor do universo, justo juiz, sonda os rins e o coração. Que eu seja testemunha da tua vingança sobre eles, pois a ti confio a minha causa.
Livro de Salmos 7,2-3.9-10.11-12.
SENHOR, meu Deus, a ti me confio; livra-me de todos os que me perseguem e salva-me.
Que não me arrebatem como o leão e me dilacerem, sem que ninguém me valha.
SENHOR julga os povos; julga-me, então, SENHOR, segundo o meu direito e segundo a minha inocência.
Peço-te: acaba com a malícia dos ímpios; fortalece os que são justos, Tu, que perscrutas o íntimo dos corações, ó Deus de justiça!
minha protecção está em Deus, que salva os de coração sincero.
Deus é um justo juiz, que, a todo o momento, pode castigar.
Evangelho segundo S. João 7,40-53.
Então, entre a multidão de pessoas que escutaram estas palavras, dizia-se: «Ele é realmente o Profeta.» Diziam outros: «É o Messias.» Outros, porém, replicavam: «Mas pode lá ser que o Messias venha da Galileia?! Não diz a Escritura que o Messias vem da descendência de David e da cidade de Belém, donde era David?» Deste modo, estabeleceu-se um desacordo entre a multidão, por sua causa. Alguns deles queriam prendê-lo, mas ninguém lhe deitou a mão. Depois os guardas voltaram aos sumos sacerdotes e aos fariseus, que lhes perguntaram: «Porque é que não o trouxestes?» Os guardas responderam: «Nunca nenhum homem falou assim!» Replicaram-lhes os fariseus: «Será que também vós ficastes seduzidos? Porventura acreditou nele algum dos chefes, ou dos fariseus? Mas essa multidão, que não conhece a Lei, é gente maldita!» Nicodemos, aquele que antes fora ter com Jesus e que era um deles, disse-lhes: «Porventura permite a nossa Lei julgar um homem, sem antes o ouvir e sem averiguar o que ele anda a fazer?» Responderam-lhe eles: «Também tu és galileu? Investiga e verás que da Galileia não sairá nenhum profeta.» E cada um foi para sua casa.
Da Bíblia Sagrada
Comentário ao Evangelho do dia feito por : Comunidade.Luzdejesus.

Pela sua cruz, Cristo reune os homens divididos e dispersos

A nova aliança instituiu-a Cristo, como novo testamento no Seu sangue (cfr. 1 Cor. 11,25), chamando o Seu povo de entre os judeus e os gentios, para formar um todo, não segundo a carne mas no Espírito e tornar-se o Povo de Deus...: «raça escolhida, sacerdócio real, nação santa, povo conquistado... que outrora não era povo, mas agora é povo de Deus» (1 Ped. 2, 9-10).
Este povo messiânico, ainda que não abranja de facto todos os homens, e não poucas vezes apareça como um pequeno rebanho, é, contudo, para todo o género humano o mais firme germe de unidade, de esperança e de salvação. Estabelecido por Cristo como comunhão de vida, de caridade e de verdade, é também por Ele assumido como instrumento de redenção universal e enviado a toda a parte como luz do mundo e sal da terra (cfr. Mt. 5, 13-16)... Aos que se voltam com fé para Cristo, autor de salvação e princípio de unidade e de paz, Deus chamou-os e constituiu-os em Igreja, a fim de que ela seja para todos e cada um sacramento visível desta unidade salutar.
Destinada a estender-se a todas as regiões, ela entra na história dos homens, ao mesmo tempo que transcende os tempos e as fronteiras dos povos. Caminhando por meio de tentações e tribulações, a Igreja é confortada pela força da graça de Deus que lhe foi prometida pelo Senhor para que não se afaste da perfeita fidelidade por causa da fraqueza da carne, mas permaneça digna esposa do seu Senhor, e, sob a acção do Espírito Santo, não cesse de se renovar até, pela cruz, chegar à luz que não conhece ocaso. Comunidade.Luzdejesus.

Nova Mensagem

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Evangelio Del Dia

Comunidad.Luzdejesus.Missionario.Pr.Carneiro.Luiz

Lecturas

Evangelio según San Juan 7,40-53.
Algunos de la multitud que lo habían oído, opinaban: "Este es verdaderamente el Profeta".
Otros decían: "Este es el Mesías". Pero otros preguntaban: "¿Acaso el Mesías vendrá de Galilea?
¿No dice la Escritura que el Mesías vendrá del linaje de David y de Belén, el pueblo de donde era David?".
Y por causa de él, se produjo una división entre la gente.
Algunos querían detenerlo, pero nadie puso las manos sobre él.
Los guardias fueron a ver a los sumos sacerdotes y a los fariseos, y estos les preguntaron: "¿Por qué no lo trajeron?".
Ellos respondieron: "Nadie habló jamás como este hombre".
Los fariseos respondieron: "¿También ustedes se dejaron engañar?
¿Acaso alguno de los jefes o de los fariseos ha creído en él?
En cambio, esa gente que no conoce la Ley está maldita".
Nicodemo, uno de ellos, que había ido antes a ver a Jesús, les dijo:
"¿Acaso nuestra Ley permite juzgar a un hombre sin escucharlo antes para saber lo que hizo?".
Le respondieron: "¿Tú también eres galileo? Examina las Escrituras y verás que de Galilea no surge ningún profeta".
Y cada uno regresó a su casa.

Comunidad.Luzdejesus.

28 febbraio

EVANGELHO QUOTIDIANO

EVANGELHO QUOTIDIANO Sir, to who we will go? You have words of perpetual life. Jo?6, 68 Thursday, day 28 of February of 2008 Today the Church celebrates: S. Rom? confessor, s? V, S. Torcato, bishop, s? I To see coment?o in low, or loading S. New Sime?o Te?go here: "Who n?recolhe with me, dispersed" Book of Jeremias 7,23-28. ?ca order that I gave to them was this: Ouvi my voice and I will be your v?sereis God and my people; I always followed the footpath that to indicate you, so that you are happy. They, for? n?me had heard, n?prestaram aten, they had followed the bad empedernidos advice of its cora?s; they had turned me the coasts instead of if coming back toward me. Since the day where your parents had left the Egipto at?oje, I sent you all my servants, the prophets, ap?dia day. They, for? n?me had heard, n?me had given aten; they had hardened its cerviz and they had acted worse that its parents. Everything this to transmit to them? but n?te to listen? Cham?os-?e n?te to answer? Ent?dir to them - Esta? in? that the voice of the Gentleman n?ouviu, its God, n?aceitou its advert?ias. Its loyalty disappeared, was banished of its mouth. Book of Salmos 95(94), 1-2.6-7.8-9. You come, let us exult of joy in the GENTLEMAN, let us acclaim the rochedo of our salute. We go?ua presen?com louvor hymns, let us greet it with jubilant c?icos. You come, we prostremos ourselves for land, let us kneel ahead of the GENTLEMAN, who in created them. It? our God and n?somos its people, the sheep for It lead. Oxal?uv?eis today its voice: N?endure?s yours cora?s, as in Merib?como in the day of desert Mass?no, when your parents had provoked me and they had put me?rova, although to have seen my workmanships. Evangelho according to S. Lucas 11,14-23. Jesus was to banish one dem?o dumb. When dem?o left, the dumb spoke and he multid?ficou it admired. But some amongst them had said: ?por Belzebu, head of the dem?os, that It banishes dem?os.. Others, to try it, complained a signal of the C? But Jesus, who knew its thoughts, said to them: Todo the kingdom, divided against itself exactly, ser?evastado and cair?asa on house. If Satan?tamb?est?ividido against itself exactly, as h?e to remain its kingdom? Therefore v?dizeis that?or Belzebu that I banish the dem?os. If?or Belzebu that I banish the dem?os, for who banishes them your disc?los? Therefore, they themselves ser?os yours ju?s. But if I banish the dem?os for m?de God, ent?o Kingdom of God I j?hegou at? When a strong and well armed man keeps its house, its goods est?em seguran? but if he appears one stronger and he wins it, he takes off the weapons to it where he trusted and distributes its despojos. Who n?est?omigo est?ontra me, and who n?junta with me, dispersed. Of The Sacred B?ia Coment?o to the Evangelho of the day made for: S. New Sime?o Te?go (c. 949 - 1022), monge orthodox Catequese 27 "Who n?recolhe with me, dispersed" Your Master n?se irritation when they insult it; e you, enervas you? It supports escarros, bofetados, chicotadas; e you n?podes to accept a word hard? It receives the cross, a dishonourable death, the torture of the cravos; e you n?aceitas to fulfill the servile one? less honrosos? How to ir?tornar you participant of its gl?a (1 Pe 5.1) if n?aceitas to become you participant of its dishonourable death? In the truth, it was in v?que you abandoned the wealth, if n?quiseres to take the cross, such as it commanded with its word of truth: Vende what you have and d? to the poor persons, prescribes it to the rich young, as well as the all n? toma your cross, vem and follows me. (TM 19.21,16.24). You made well in partilhar your wealth, but n?aceitaste to take the cross, this?suportar with valentia the assault of all prova?s; you lost yourself in the way of the life and broke up yourself, for yours desgra? of your God dulc?imo and your Master Pe?vos, mine irm, observe all the orders of Christ, support at? death, for love of the Kingdom of the c, prova?s that in they assault them, in order to participate in gl?a of God, to have part in the perpetual life and to inherit the joy of the indiz?is goods, in Christ Jesus ours Sir.Missionario.Pr.Carneiro Luiz

26 febbraio

«Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido» (Mt 6,12)

Comunidade.Luzdejesus; Uma comunidade compromissada como evangelho de nosso Mestre Cristo Jesus. E com esse Labor, somos comprimissado a Irradiar aos Povos os Preceitos Divinos. 

 


EVANGELHO QUOTIDIANO

Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68


Terça-feira, dia 26 de Fevereiro de 2008

Hoje a Igreja celebra hoje; O Dia do Perdão, Sejamos perdoadores.

Ver comentário em baixo, ou carregando aqui 
Nosso Mestre Cristo Jesus : «Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido» (Mt 6,12)


Livro de Daniel 3,25.34-43.

Azarias, de pé no meio das chamas, fez esta prece: Pelo teu nome, não nos abandones para sempre, não anules a aliança. Não nos retires a tua misericórdia,em atenção a Abraão, teu amigo,a Isaac, teu servo, aos quais prometeste multiplicar a sua descendência como as estrelas do céu,e como a areia das praias do mar. Senhor, estamos reduzidos a nada diante das nações,estamos hoje humilhados em face de toda a terra, por causa dos nossos pecados. Agora não há nem príncipe,nem profeta, nem chefe,nem holocausto, nem sacrifício, nem oblação, nem incenso, nem um local para te oferecer as primícias e encontrar misericórdia. Que pela contrição de coraçãoe humilhação de espírito,sejamos acolhidos, como se trouxéssemos holocaustos de carneiros e de touros e de milhares de cordeiros gordos. Que este seja hoje diante de ti o nosso sacrifício; possa ele reconciliar-nos contigo,pois não têm que envergonhar-se aqueles que em ti confiam. É de todo o coração que agora te seguimos,te veneramos e procuramos a tua face;não nos confundas. Trata-nos com a tua doçura habitual e com todas as riquezas da tua misericórdia. Livra-nos pelos teus prodígios e cobre de glória o teu nome, Senhor.

Livro de Salmos 25(24),4-5.6-7.8-9.

Mostra-me, SENHOR, os teus caminhos e ensina-me as tuas veredas.
Dirige-me na tua verdade e ensina-me, porque Tu és o Deus meu salvador. Em ti confio sempre.
Lembra-te, SENHOR, da tua compaixão e do teu amor, pois eles existem desde sempre.
Não recordes os meus pecados de juventude e os meus delitos. Lembra-te de mim, SENHOR, pelo teu amor e pela tua bondade.
SENHOR é bom e justo; por isso ensina o caminho aos pecadores,
guia os humildes na justiça e dá-lhes a conhecer o seu caminho.


Evangelho segundo S. Mateus 18,21-35.

Então, Pedro aproximou-se e perguntou-lhe: «Senhor, se o meu irmão me ofender, quantas vezes lhe deverei perdoar? Até sete vezes?» Jesus respondeu: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o Reino do Céu é comparável a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. Logo ao princípio, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo com que pagar, o senhor ordenou que fosse vendido com a mulher, os filhos e todos os seus bens, a fim de pagar a dívida. O servo lançou-se, então, aos seus pés, dizendo: 'Concede-me um prazo e tudo te pagarei.’ Levado pela compaixão, o senhor daquele servo mandou-o em liberdade e perdoou-lhe a dívida. Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, apertou-lhe o pescoço e sufocava-o, dizendo: 'Paga o que me deves!’ O seu companheiro caiu a seus pés, suplicando: 'Concede-me um prazo que eu te pagarei.’ Mas ele não concordou e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto lhe devia. Ao verem o que tinha acontecido, os outros companheiros, contristados, foram contá-lo ao seu senhor. O senhor mandou-o, então, chamar e disse-lhe: 'Servo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque assim mo suplicaste; não devias também ter piedade do teu companheiro, como eu tive de ti?’ E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos até que pagasse tudo o que devia. Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar ao seu irmão do íntimo do coração.»

Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por :

Comunidade.luzdejesus.Missionario.Pr.Carneiro Luiz.

Homilias sobre S. Mateus, nº 61

«Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido» (Mt 6,12)



Cristo pede-nos portanto duas coisas: que condenemos os nossos pecados, que perdoemos os dos outros; que façamos a primeira coisa por causa da segunda, a qual nos será então mais fácil, pois aquele que pensa nos seus próprios pecados será menos severo para com o seu companheiro de miséria. E devemos perdoar não por palavras apenas, mas «do fundo do coração», para que contra nós não se vire o ferro com que pensamos bater nos outros. Que mal te pode fazer o teu inimigo, que seja comparável àquele que a ti próprio fazes? […] Se te deixas chegar à indignação e à cólera, serás ferido não pela injúria que ele fez contra ti, mas por esse teu ressentimento.

Portanto não digas: «Ele ultrajou-me, caluniou-me, fez-me coisas miseráveis.» Quanto mais disseres que te fez mal, mais mostras, afinal, que te fez bem, pois deu-te ocasião para te purificares dos pecados. Assim, quanto mais ele te ofender, mais te põe em estado de obteres de Deus o perdão para as tuas faltas. Porque, se nós quisermos, ninguém nos poderá prejudicar;  e até os nossos inimigos nos prestarão assim um grande serviço […] Considera portanto a vantagem que retiras das injúrias, se as sofreres com humildade e mansidão. 

Graça e Paz a Todos os Santos da Igreja de Cristo Jesus.

 


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EVANGELHO QUOTIDIANO

Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68


Terça-feira, dia 26 de Fevereiro de 2008

Hoje a Igreja celebra : S. Porfírio de Gaza, bispo, +420

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São João Crisóstomo : «Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido» (Mt 6,12)


Livro de Daniel 3,25.34-43.

Azarias, de pé no meio das chamas, fez esta prece: Pelo teu nome, não nos abandones para sempre, não anules a aliança. Não nos retires a tua misericórdia,em atenção a Abraão, teu amigo,a Isaac, teu servo, aos quais prometeste multiplicar a sua descendência como as estrelas do céu,e como a areia das praias do mar. Senhor, estamos reduzidos a nada diante das nações,estamos hoje humilhados em face de toda a terra, por causa dos nossos pecados. Agora não há nem príncipe,nem profeta, nem chefe,nem holocausto, nem sacrifício, nem oblação, nem incenso, nem um local para te oferecer as primícias e encontrar misericórdia. Que pela contrição de coraçãoe humilhação de espírito,sejamos acolhidos, como se trouxéssemos holocaustos de carneiros e de touros e de milhares de cordeiros gordos. Que este seja hoje diante de ti o nosso sacrifício; possa ele reconciliar-nos contigo,pois não têm que envergonhar-se aqueles que em ti confiam. É de todo o coração que agora te seguimos,te veneramos e procuramos a tua face;não nos confundas. Trata-nos com a tua doçura habitual e com todas as riquezas da tua misericórdia. Livra-nos pelos teus prodígios e cobre de glória o teu nome, Senhor.


Livro de Salmos 25(24),4-5.6-7.8-9.

Mostra-me, SENHOR, os teus caminhos e ensina-me as tuas veredas.
Dirige-me na tua verdade e ensina-me, porque Tu és o Deus meu salvador. Em ti confio sempre.
Lembra-te, SENHOR, da tua compaixão e do teu amor, pois eles existem desde sempre.
Não recordes os meus pecados de juventude e os meus delitos. Lembra-te de mim, SENHOR, pelo teu amor e pela tua bondade.
SENHOR é bom e justo; por isso ensina o caminho aos pecadores,
guia os humildes na justiça e dá-lhes a conhecer o seu caminho.


Evangelho segundo S. Mateus 18,21-35.

Então, Pedro aproximou-se e perguntou-lhe: «Senhor, se o meu irmão me ofender, quantas vezes lhe deverei perdoar? Até sete vezes?» Jesus respondeu: «Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o Reino do Céu é comparável a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. Logo ao princípio, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo com que pagar, o senhor ordenou que fosse vendido com a mulher, os filhos e todos os seus bens, a fim de pagar a dívida. O servo lançou-se, então, aos seus pés, dizendo: 'Concede-me um prazo e tudo te pagarei.’ Levado pela compaixão, o senhor daquele servo mandou-o em liberdade e perdoou-lhe a dívida. Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, apertou-lhe o pescoço e sufocava-o, dizendo: 'Paga o que me deves!’ O seu companheiro caiu a seus pés, suplicando: 'Concede-me um prazo que eu te pagarei.’ Mas ele não concordou e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto lhe devia. Ao verem o que tinha acontecido, os outros companheiros, contristados, foram contá-lo ao seu senhor. O senhor mandou-o, então, chamar e disse-lhe: 'Servo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque assim mo suplicaste; não devias também ter piedade do teu companheiro, como eu tive de ti?’ E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos até que pagasse tudo o que devia. Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar ao seu irmão do íntimo do coração.»


Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por :

São João Crisóstomo (c. 345-407), bispo de Antioquia e posteriormente de Constantinopla, doutor da Igreja
Homilias sobre S. Mateus, nº 61

«Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido» (Mt 6,12)



Cristo pede-nos portanto duas coisas: que condenemos os nossos pecados, que perdoemos os dos outros; que façamos a primeira coisa por causa da segunda, a qual nos será então mais fácil, pois aquele que pensa nos seus próprios pecados será menos severo para com o seu companheiro de miséria. E devemos perdoar não por palavras apenas, mas «do fundo do coração», para que contra nós não se vire o ferro com que pensamos bater nos outros. Que mal te pode fazer o teu inimigo, que seja comparável àquele que a ti próprio fazes? […] Se te deixas chegar à indignação e à cólera, serás ferido não pela injúria que ele fez contra ti, mas por esse teu ressentimento.

Portanto não digas: «Ele ultrajou-me, caluniou-me, fez-me coisas miseráveis.» Quanto mais disseres que te fez mal, mais mostras, afinal, que te fez bem, pois deu-te ocasião para te purificares dos pecados. Assim, quanto mais ele te ofender, mais te põe em estado de obteres de Deus o perdão para as tuas faltas. Porque, se nós quisermos, ninguém nos poderá prejudicar;  e até os nossos inimigos nos prestarão assim um grande serviço […] Considera portanto a vantagem que retiras das injúrias, se as sofreres com humildade e mansidão. 


 

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22 febbraio

EVANGELHO QUOTIDIANO

EVANGELHO QUOTIDIANO

Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68

Comunidade.Luzdejesus,


 

Sexta Feira 22/02/2008

Hoje a Igreja celebra : O DIA DA EVANGELIZAÇÃO


Comunidade. Luuzdejesus : “Sobre esta pedra construirei a minha Igreja”


1ª Carta de S. Pedro 5,1-4.

Aos presbíteros que há entre vós, eu – presbítero como eles e que fui testemunha dos padecimentos de Cristo e também participante da glória que se há-de manifestar – dirijo-vos esta exortação: Apascentai o rebanho de Deus que vos foi confiado, governando-o não à força, mas de boa vontade, tal como Deus quer; não por um mesquinho espírito de lucro, mas com zelo; não com um poder autoritário sobre a herança do Senhor, mas como modelos do rebanho. E, quando o supremo Pastor se manifestar, então recebereis a coroa imperecível da glória.

Livro de Salmos 23(22),1-3.3-4.5.6.

SENHOR é meu pastor: nada me falta.
Em verdes prados me faz descansar e conduz-me às águas refrescantes.
Reconforta a minha alma e guia-me por caminhos rectos, por amor do seu nome.
Reconforta a minha alma e guia-me por caminhos rectos, por amor do seu nome.
Ainda que atravesse vales tenebrosos, de nenhum mal terei medo porque Tu estás comigo. A tua vara e o teu cajado dão-me confiança.
Preparas a mesa para mim à vista dos meus inimigos; ungiste com óleo a minha cabeça; a minha taça transbordou.
Na verdade, a tua bondade e o teu amor hão-de acompanhar-me todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do SENHOR para todo o sempre.


Evangelho segundo S. Mateus 16,13-19.

Ao chegar à região de Cesareia de Filipe, Jesus fez a seguinte pergunta aos seus discípulos: «Quem dizem os homens que é o Filho do Homem?» Eles responderam: «Uns dizem que é João Baptista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum dos profetas.» Perguntou-lhes de novo: «E vós, quem dizeis que Eu sou?» Tomando a palavra, Simão Pedro respondeu: «Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo.» Jesus disse-lhe em resposta: «És feliz, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelou, mas o meu Pai que está no Céu. Também Eu te digo: Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do Abismo nada poderão contra ela. Dar-te ei as chaves do Reino do Céu; tudo o que ligares na terra ficará ligado no Céu e tudo o que desligares na terra será desligado no Céu.»

Da Bíblia Sagrada



Comentário ao Evangelho do dia feito por :

S. Leão Magno (? - cerca 461), papa e doutor da Igreja
4º Sermão para o aniversário da sua ordenação

“Sobre esta pedra construirei a minha Igreja”



Nada escapava à sabedoria e ao poder de Cristo: os elementos da natureza estavam ao seu serviço, os espíritos obedeciam-lhe, os anjos serviam-no… E, contudo, no universo inteiro, só Pedro foi escolhido para presidir à chamada dos povos, à direcção de todos os apóstolos e de todos os Padres da Igreja. Assim, embora haja no povo de Deus muitos padres e muitos pastores, Pedro governá-los-ia pessoalmente a todos, como Cristo também os governa com o título de chefe…

O Senhor pergunta a todos os apóstolos qual é a opinião dos homens a seu respeito. E eles dizem todos a mesma coisa, bem como expõem longamente as dúvidas provenientes da ignorância humana. Mas assim que o Senhor exige conhecer os sentimentos dos próprios discípulos, o primeiro a confessar o Senhor é aquele que é o primeiro na dignidade de apóstolo. Como ele disse: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”, Jesus respondeu-lhe: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que to revelaram, mas meu Pai que está nos céus”. Foi a inspiração do céu que te instruiu; não foi a carne nem o sangue que te permitiram descobrir-me, mas aquele do qual eu sou o Filho único.

“E eu, declaro-te”, quer dizer; tal como meu Pai te manifestou a minha divindade, também eu te faço conhecer a tua superioridade. “Tu és Pedro”, quer dizer: Eu sou a rocha inabalável, a pedra angular que de dois povos fez um só (Ef 2,14), o fundamento que ninguém pode substituir por outro (1Co 3,11), mas também tu és pedra, porque és sólido pela minha força, e o que me é próprio pelo meu poder, tu o tens em comum comigo pelo facto de estares em comunhão comigo. “Sobre esta pedra, construirei a minha Igreja”. Sobre a solidez deste fundamento, disse ele, eu construirei um templo eterno, e a minha Igreja, cujo cume chegará ao céu, elevar-se-á sobre o fundamento desta fé.  





Comunidade.Luzdejesus. Um ministério de Jesus na Direção do Missionario.Pr.Carneiro Luiz.